terça-feira, 10 de maio de 2016
Médico paraibano Valério Vasconcelos é destaque na Universidade de São Paulo
Dr. Valério que também é um dos autores do livro “Eletrocardiograma Simples: Guia de Bolso”, esteve ao lado do Dr. Chao Lung Wen, Presidente do Conselho Brasileiro de Telemedicina e Telessaúde. Ele levou através de videoconferência as inovações das técnicas utilizadas e em seguida participou de um debate onde tirou dúvidas dos participantes.
Hoje 10/05/2016, visitei o lugar que fui nascido e criado
Inscrição deixada pelo meu sobrinho e advogado Paulo César Neves em 24/12/2015 no pé de umbú das pedrinhas no sítio zabelêzinho
Pé de umbú das pedrinhas no sítio zabelêzinho
Tronco do pá de umbú das pedrinhas
Várzea na represa do barreiro lá de cima
O que restou do angico onde o finado Zacarias passava as chuvas quando estava trabalhando na várzea lá de cima
Barreiro lá de cima com represa na várzea
Entrada no terreno lá de cima (primeira porteira entrando nas terras de Seba de Zacarias e segunda porteira nas terras que pertenceram ao finado Zacarias e hoje pertence a Sebastião de Luiz Vidal)
Saindo das terras de Seba de Zacarias vindo em direção a casa grande do sítio Zabelêzinho
Foto tirada onde a anos atrás esteve o finado Paulo meu irmão em 25/01/1990 no pé de umbú da porteira da manga
Pé de umbú da porteira da manga
Baraúna da porteira da manga
Aqui era a porteira da manga (saída)
Porteira da manga (entrada)
Frente da casa do sítio zabelêzinho ( Mauro de Zacarias levando as ovelhas para a várzea da porta)
Casa do sítio zabelêzinho onde nasci e vivi até os 19 anos (Seba de Zacarias na porta)
Entrada para a casa no sítio zabelêzinho
Saindo da entrada no sítio zabelêzinho sentido Zabelê
Chegando na entrada da casa no sítio zabelêzinho; à a frente o corredor de Zé Fernandes
Pé de umbú das pedrinhas no sítio zabelêzinho
Tronco do pá de umbú das pedrinhas
Várzea na represa do barreiro lá de cima
O que restou do angico onde o finado Zacarias passava as chuvas quando estava trabalhando na várzea lá de cima
Barreiro lá de cima com represa na várzea
Entrada no terreno lá de cima (primeira porteira entrando nas terras de Seba de Zacarias e segunda porteira nas terras que pertenceram ao finado Zacarias e hoje pertence a Sebastião de Luiz Vidal)
Saindo das terras de Seba de Zacarias vindo em direção a casa grande do sítio Zabelêzinho
Foto tirada onde a anos atrás esteve o finado Paulo meu irmão em 25/01/1990 no pé de umbú da porteira da manga
Pé de umbú da porteira da manga
Baraúna da porteira da manga
Aqui era a porteira da manga (saída)
Porteira da manga (entrada)
Frente da casa do sítio zabelêzinho ( Mauro de Zacarias levando as ovelhas para a várzea da porta)
Casa do sítio zabelêzinho onde nasci e vivi até os 19 anos (Seba de Zacarias na porta)
Entrada para a casa no sítio zabelêzinho
Saindo da entrada no sítio zabelêzinho sentido Zabelê
Chegando na entrada da casa no sítio zabelêzinho; à a frente o corredor de Zé Fernandes
MARANHÃO RECUA E REVOGA DECISÃO DE ANULAR SESSÃO DO IMPEACHMENT
A Secretaria Geral da Mesa da Câmara recebeu a decisão da revogação por volta de 00h20. Maranhão assinou dois ofícios (veja ao final desta reportagem) – um com a revogação da decisão e outro destinado ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), informando sobre a nova deliberação, que deverá ser publicada nesta terça (11). O processo de impeachment tramita desde a semana passada no Senado e será votado no plenário nesta quarta-feira (10).
“Revogo a decisão por mim proferida em 9 de maio de 2016 por meio da qual foram anuladas as sessões do plenário da Câmara dos Deputados ocorridas dias 15, 16 e 17 de abril de 2016, nas quais se deliberou sobre a Denúncia por Crime de Responsabilidade n.1/2015″, diz o texto do ofício assinado por Waldir Maranhão.
A decisão de Maranhão de tentar anular a sessão da Câmara que aprovou a abertura do processo de impeachment surpreendeu o meio político pela manhã e provocou grande movimentação durante todo o dia. O partido PHS chegou a protocolar no Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido para que a Corte derrubasse a medida tomada por Maranhão.
Em razão da decisão de Maranhão, colocou-se em dúvida se o resumo do relatório aprovado pela comissão especial de impeachment seria lido na sessão desta segunda do Senado – exigência para que a matéria seja votada pelo plenário.
Repercussão da medida
Depois de reunião com as principais lideranças partidárias do Senado, Renan Calheiros anunciou que, mesmo com a decisão de Maranhão – considerada “intempestiva” –, a leitura do resumo do relatório e a sessão do plenário desta quarta-feira estavam mantidas. Se a abertura do processo for aprovada pelos senadores, Dilma será afastada da Presidência da República por até 180 dias.
Depois de reunião com as principais lideranças partidárias do Senado, Renan Calheiros anunciou que, mesmo com a decisão de Maranhão – considerada “intempestiva” –, a leitura do resumo do relatório e a sessão do plenário desta quarta-feira estavam mantidas. Se a abertura do processo for aprovada pelos senadores, Dilma será afastada da Presidência da República por até 180 dias.
Ao justificar a decisão de tentar anular a sessão da Câmara – e antes de voltar atrás –, Maranhão disse que o objetivo era “salvar a democracia”.
Dentre as reações à medida de Maranhão, partidos de oposição ameaçavam denunciá-lo ao Conselho de Ética, integrantes da mesa diretora já tinham programado uma reunião para pressionar o presidente interino a revogar a decisão e deputados do PP iniciaram um movimento para expulsá-lo do partido.
Antes de anunciar a decisão pela manhã, o presidente interino se reuniu duas vezes com o ministro José Eduardo Cardozo, da Advocacia-Geral da União (AGU) – autora do pedido para anular a sessão –, e consultou o governador do Maranhão, Flavio Dino (PCdoB), contrário ao impeachment da presidente Dilma Rousseff.(G1.COM)
Maranhão decide revogar decisão que anulou sessão do impeachment
segunda-feira, 9 de maio de 2016
SEGUE O IMPEACHMENT: Renan diz que dará continuidade a votação no Senado
“[Quando o Senado recebeu o processo] disse que a tramitação não seria tão célere de modo que parecesse apressado nem tão demorada de modo que parecesse procrastinação. Aceitar essa brincadeira com a democracia seria ficar pessoalmente comprometido com o atraso do processo”, declarou Renan no plenário do Senado.
“Nenhuma decisão monocrática pode se sobrepor à decisão colegiada, tanto mais quando essa decisão foi tomada pelo mais relevante colegiado da Casa [...] Por todo o exposto, deixo de conhecer o ofício da Câmara dos Deputados e determino sua juntada aos autos da denúncia com esta decisão”, completou o presidente do Senado.
Presidente da Câmara diz que tentou anular votação para 'salvar a democracia'
“A decisão foi com base na Constituição, com base no nosso regimento para que possamos corrigir em tempo vícios que poderão ser insanáveis no futuro. Tenho consciência o quanto esse momento é delicado. Temos o dever de salvar a democracia. Não estaremos em momento algum brincando de fazer democracia”, disse Maranhão em um breve pronunciamento à imprensa.
Pouco antes, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), havia comunicado ao plenário da Casa que decidiu dar continuidade à tramitação do processo de impeachment de Dilma à revelia do ato de Maranhão de anular a votação do dia 17 de abril. A decisão de Renan foi tomada após consultas ao regimento interno do Senado e uma conversa com líderes partidários na residência oficial do Senado.
Substituto de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na presidência da Câmara, Maranhão acolheu nesta segunda-feira pedido feito pelo advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, para anular a votação do processo de impeachment no plenário da Câmara.
No seu despacho, Maranhão determinava a convocação de novas eleições em um prazo de 5 sessões a partir do momento em que o processo fosse devolvido pelo Senado.
A decisão foi tomada após Maranhão se reunir na noite de domingo com Cardozo. O G1 apurou que o presidente interino da Câmara retornou a Brasília no domingo, junto com o governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), aliado de Dilma e uma das principais vozes contrárias ao impeachment. Dino e Maranhão seguiram para a casa do deputado Sílvio Costa (PTdoB-CE) e lá teriam se reunido com o advogado-geral da União.
Maranhão tomou a decisão sem consultar a área técnica da Câmara, que só foi informada depois e chegou a desaconselhar Maranhão, alegando falta de embasamento jurídico para a decisão. Mas o presidente em exercício da Câmara manteve a decisão.
Ao longo Waldir Maranhão participou, durante o fim de semana e na manhã desta segunda-feira, de reuniões com integrantes do governo federal, deputados do PT e do PC do B.
Inicialmente, a previsão era que Maranhão fizesse o seu pronunciamento em um púlpito instalado no Salão Verde, onde, normalmente, os parlamentares concedem entrevistas coletivas. No entanto, após duas mudanças de horário, o local foi transferido para o gabinete da presidência da Câmara.
TSE decide cassar chapa Dilma/Temer para evitar “golpe” de Waldir
O gesto de Waldir Maranhão soou como retaliação e mais uma medida de proteção ao governo da presidente Dilma Rousseff que está em vias de ser jugado pelo senado e afastar a presidente.
Os ministros estão reunidos para decidirem sobre a cassação da chapa e impedir que Dilma Rousseff mantenha-se a frente do Governo anulando as decisões tomadas anteriormente pelos deputados federais e senadores membros da Comissão do Impeachment.
Ato de Maranhão foi 'equivocado', diz presidente da comissão no Senado
Na gravação, Lira também disse que a Câmara “perdeu qualquer tipo de ingerência” sobre o processo de impeachment quando o protocolou no Senado. Para o senador, o rito na Câmara seguiu todas as regras que o Supremo Tribunal Federal “preconizou”.
“A sessão de admissibilidade na Câmara seguiu rigorosamente o que preconizou o que determinou o STF e, no momento em que a Câmara protocolou a denúncia no Senado, a Câmara perdeu qualquer ingerência sobre o processo de impeachment. Portanto, isso que o presidente da Câmara decidiu foi uma decisão essencialmente política e, no meu entendimento, equivocada”, disse Raimundo Lira na gravação.
Raimundo Lira comandou os trabalhos da comissão especial do Senado que recomendou a abertura do processo de impeachment pela Casa. Na sexta-feira (6), o colegiado aprovou o relatório do senador Antonio Anastasia – favorável ao julgamento da presidente Dilma Rousseff – por 15 a 5.
Nesta segunda-feira, está prevista a leitura de um resumo do parecer da comissão. Após esse ato, a ementa será publicada no “Diário Oficial do Senado” e começará a contar o prazo de 48 horas para que o relatório possa ser votado pelos senadores.
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), ainda não se manifestou publicamente sobre a decisão da presidência da Câmara.
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), ainda não se manifestou publicamente sobre a decisão da presidência da Câmara.
A sessão de votação do parecer está prevista para iniciar na quarta-feira (11) pela manhã. No entanto, como cada senador terá 15 minutos para fazer considerações sobre o relatório, a sessão deverá invadir a madrugada de quinta-feira (12). Se a maioria simples dos senadores presentes (metade mais um) aprovar o relatório da comissão, a presidente será afastada da sua função por 180 dias. Para que a sessão tenha início, é necessária a presença de pelo menos 41 senadores.
Se a maioria dos senadores decidir pela abertura do julgamento no Senado, o vice Michel Temer assumirá a presidência enquanto os parlamentares julgam a presidente. O processo não precisa terminar em 180 dias e, se ultrapassar este prazo, Dilma reassumiria o governo.
Prefeitos do Cariri viajam a Brasília em busca de apoio do Governo Federal
O evento, que começa hoje e vai até a quinta-feira (12), tem como objetivo sensibilizar o Governo Federal para a liberação de recursos para as prefeituras de todo o país, principalmente diante da queda de repasses do FPM – Fundo de Participação dos Municípios.
Entre os gestores que estarão participando do evento está a prefeita de Monteiro, Edna Henrique, que irá acompanhada do secretário Clênio Nóbrega, conforme apurou o CARIRILIGADO.
Motos roubadas são recuperadas pela Polícia em Monteiro
Ainda não se sabe onde os veículos foram roubados, e até o momento ninguém foi preso pela autoria dos crimes.
O PIPOCO
Polícia Federal deflagra nova fase da Operação Zelotes contra Venda de Medidas Provisórias
domingo, 8 de maio de 2016
Íris Henrique divulga mensagem do Dia das Mães na cidade de Zabelê
Confira a mensagem da prefeita:
Ser mãe… É a missão de maior responsabilidade. É amar de forma mais completa. É dar o melhor de si e não esperar nada em troca… À ela devemos nossa vida pois é merecedora de todo nosso respeito e digna de todo nosso afeto. Mãe é sinônimo de amor e bondade.
Neste dia 08 de maio, Dia das Mães, desejo que em todas as nossas famílias seja enaltecido ao máximo o papel que as mães ocupam, seja nas funções do lar, de esposa, de trabalhadora e atuante em seu meio político, social e religioso.
Um grande abraço a todas as Mães da nossa querida ZABELÊ
Prefeitura Municipal de Zabelê – Prefeita Iris de Ceu de Sousa Henrique
Prefeitura Municipal de Zabelê – Prefeita Iris de Ceu de Sousa Henrique
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