sexta-feira, 21 de maio de 2021
Há 52 a ex-presidente Dilma Rouseff; a época terrorista e assaltante de bancos, em um atentado, matou o soldado MARIO KOZEL FILHO
Juiz auxiliar do TJPB explica que verba de assistência à saúde foi ordenada pelo CNJ e que servidores também recebem o benefício
O magistrado auxiliar da Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba, juiz Rodrigo Marques, esclareceu a polêmica acerca dos 5% de ressarcimento em assistência à saúde, concedidos aos magistrados do TJPB. Ele explicou que essa é uma determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que ainda não estava sendo cumprida pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, nem sendo exigida pelos beneficiados com a atualização, os magistrados. Além disso, o juiz Rodrigo Marques informou ao ClickPB, nesta quinta-feira (20), que os servidores, os quais agora questionam a concessão aos juízes, já recebem há quatro anos a verba de assistência à saúde, sem precisar comprovar as despesas, detalhe esse que será cobrado dos magistrados.
“Os juízes terão que comprovar a despesa para ter direito ao ressarcimento. Ou seja, não quer dizer que todo juiz terá direito aos 5% a mais no seu subsídio. Algumas publicações que existiram foram distorcidas porque não retratam o que de fato aconteceu ontem no Tribunal de Justiça”, declarou o juiz Rodrigo Marques, auxiliar da Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba, em entrevista ao ClickPB.
O magistrado destaca que a concessão dos 5% é uma determinação do CNJ. “De início, é importante dizer que o que se fez foi simplesmente o cumprimento de uma ordem do CNJ. O Tribunal de Justiça, em momento nenhum, agiu de iniciativa própria porque a Resolução 294, do Conselho Nacional de Justiça, é de 2019. Veja só como é antiga. Ela que instituiu esse plano de assistência de saúde suplementar da magistratura. E nesse contexto, determinou aos tribunais que dentro do prazo de um ano disciplinasse e regulamentasse essa assistência à magistratura no tocante à saúde. O CNJ, todos sabem, é um órgão máximo administrativo do Poder Judiciário. Todos os tribunais do país estão submetidos ao CNJ na seara administrativa, salvo o Supremo Tribunal Federal. Então nós não havíamos cumprindo essa Resolução e fomos intimados para prestar esclarecimentos, informar dados acerca do não cumprimento dessa Resolução.”
Ainda conforme o juiz, o presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba determinou que fosse estudada a situação da Resolução e concessão da verba para que o TJPB não deixasse de obedecer à ordem do CNJ. “Diante disso, o desembargador Saulo Benevides, preocupado com essa inércia, essa omissão do TJPB, porque nós somos penúltimo tribunal do Brasil a regulamentar essa verba de ressarcimento, de despesas com saúde. Me parece que só falta o Amazonas. O desembargador determinou que nós estudássemos para poder agir de acordo com a política pública do CNJ, que é aquela de atenção integral à saúde dos magistrados e servidores. Isso está disciplinado também em outra Resolução, que é a 207/2015, do CNJ. A instituição fez esse caráter orçamentário, a minuta da Resolução foi feita em consonância com a Resolução 294, do CNJ. Não houve nenhum tipo de distorção, nenhum acréscimo, nenhuma majoração e, como falei anteriormente, para cumprir a determinação do CNJ.”
O juiz Rodrigo Marques lembra que tudo foi feito dentro da legalidade. “Essa Resolução teve trâmite regular, passou por previsão orçamentária e terminou o Tribunal entendendo que poderia chegar a 5%. Perceba que o CNJ autoriza o pagamento de até 10% do valor do subsídio de cada magistrado para implementar essa política nacional de auxílio à saúde dos magistrados e servidores. Mas a Paraíba, diante de um contexto de responsabilidade, razoabilidade, proporcionalidade, e verificando a precária condição orçamentária do Tribunal, fixou em 5%, na metade do que se poderia chegar. Ao contrário de outros tribunais do país, que fixaram em 10%.”
Ele mencionou que os servidores já recebem o benefício, o qual contestaram. “É importante esclarecer também que, além de não ter sido iniciativa do Tribunal de Justiça, ter sido cumprimento a uma ordem do CNJ, dentro do quadro de política nacional, que é traçado pela gestão estratégica do CNJ, os servidores do Tribunal de Justiça já percebem essa verba, desde 2017, e os juízes nunca reclamaram com relação a isso porque entendem que é um direito justo de ressarcimento, assim como tem o auxílio transporte, auxílio alimentação, tem o auxílio saúde também. Agora, os juízes o fizeram por ordem e pressão do CNJ, o Tribunal agiu e dentro de um parâmetro de razoabilidade, proporcionalidade restrita à legalidade, recebeu essas críticas por parte dos servidores, o que não é nenhum pouco justo porque só vem resgatar uma desigualdade que existia entre magistrados e servidores. Porque dentro de um mesmo órgão, de um mesmo poder, os servidores têm um direito que os magistrados não podem ter? Onde está a insatisfação dos servidores se já recebem há quatro anos essa verba e a magistratura nunca foi contra.”
O juiz acrescentou que a verba não impacta no orçamento do TJPB e que o Tribunal de Justiça da Paraíba continuará agindo de forma responsável e cumprirá as ordens do CNJ. “Enfrentamos um quadro de desmonte do Judiciário, de ataques de vários órgãos. E um direito reconhecido pelo CNJ, que é trazido por força de uma ordem, uma obrigação, vem num percentual que não impacta as finanças do Tribunal, sob nenhum aspecto, e sofre um ataque injusto. O Tribunal de Justiça sempre cumpriu as ordens do CNJ. Essa não será a primeira nem a última.”
ClickPB
Produtor de moda e idealizador do Miss e Mister Cariri, Júnior Amorim morre vítima da Covid-19
O são-dominguense Júnior Amorim, de 38 anos de idade, é mais uma vítima da Covid-19. A notícia de sua morte chocou a todos, especialmente por ser ele uma pessoa bastante conhecida em todo o Cariri, região para a qual idealizou e coordenou o evento Miss e Mister Cariri.
Júnior Amorim era obeso e segundo informações do seu amigo João Dantas, seu quadro se agravou nas últimas 24 horas e morreu rapidamente por não ter dado tempo conseguir uma vaga na UTI.
Júnior morava em Santa Cruz do Capibaribe, cidade com mais de 100 mil habitantes e que não possui hospital com leito de UTI, mesmo depois de um ano da pandemia Covid-19.
O caririzeiro estava ultimamente trabalhando como recepcionista de uma unidade de saúde em Santa Cruz do Capibaribe e teve seu quadro agravado nesta quarta-feira (19). Ele foi levado para o Hospital de Campanha da cidade, mas sem leito de UTI ficou a aguardar uma vaga no Hospital de Caruaru. Seu óbito infelizmente veio primeiro.
Júnior era obeso e provavelmente sua comorbidade pode ter sido decisiva o seu óbito, mesmo tendo ele recebido as duas doses da vacina contra a Covid-19.
Cariri Em Ação
Com De Olho no Cariri
EXATAMENTE HOJE: Passagem dos cangaceiros em São Sebastião do Umbuzeiro
Virgínio ao centro, chefe dos cangaceiros quando passou em São Sebastião do Umbuzeiro em 21 de maio de 1936.O fim da década de 30 é chamado: período de pavor aos cangaceiros. Eles amedrontavam toda a região e atuavam na nossa paróquia, especialmente no ano de 1936. Naquele ano o seu reinado media 300 mil quilômetros quadrados e se estendia sobre sete estados. O medo dos cangaceiros tinha se espalhado em todos os cantos. Sempre corriam boatos de que os cangaceiros tinham passado por aqui e muita gente passava noites no mato, deixando casa e todos os seus haveres, para escaparem de uma morte cruel.Certos historiadores apresentam Lampião e seu bando como homens generosos e honestos, lembrando sua amizade com padre Cícero e a sua generosidade com alguns pobres. Esta convicção não é de acordo com o pensamento do nosso povo. Foi nesta época de medo que Nossa Senhora apareceu a duas meninas lá no Sítio Guarda, Vila de Cimbres, no dia 06 de agosto de 1936. Sem dúvida naquela época o nosso povo era mais sensível para coisas divinas.Uma das visitas mais comentadas dos cangaceiros, foi a visita de Virgínio, cunhado de Lampião, e o seu bando. Entraram na região, passando por Capitão Mor, onde tomaram 10 contos de Malaquias Batista. Depois tomaram 10 contos de Manoel Correia na fazenda Estrela Dalva. No dia 21 de maio de 1936 entraram na rua de São Sebastião do Umbuzeiro depois de terem se encontrado com Ananias Celestino Pereira.
A ele perguntaram “Tem macaco na rua”? Ele respondeu que não, e eles mandaram-no acompanhá-los para a rua. Entrando lá, deram um disparo com uma mauser. Eles foram beber no bar de Ananias(Praça Coronel Nilo Feitosa 536) e Virgínio ordenou que ninguém devia toca em Ananias.
Depois descobriram uma loja de um homem de Monteiro, no lugar do atual correio. Arrancaram a fechadura, entraram e quebraram muitos jarros de perfume, enchendo a rua com um odor agradável (é conhecido como os cangaceiros gostavam de “extratos de feira”, perfumes gostosos).
Espalharam os tecidos da loja até o cruzeiro. Um dos cangaceiros perguntou ao chefe “Não vamos deixar uma lembrança aqui?”. O chefe respondeu “Atire no pé de sombrião na frente da igreja!”.Dentro da igreja o povo tinha se reunido com muito medo. Ele atirou duas vezes mas não acertou a árvore: uma bala acertou a calçada e outra a porta da igreja. Depois de terminar as suas brincadeiras, arrumaram um novo guia, chamado Sebastião Tavares. No caminho encontraram o agente fiscal estadual Pedro de Alcântara Filho e seu companheiro Sebastião, que foram avisar Sátiro Feitosa na fazenda Ribeiro Fundo. Os cangaceiros queriam saber de suas andanças e eles mentiram, dizendo que foram comprar queijo na fazenda de Zé Cobra na Balança.Lá, Zé Cobra, sob ameaça de ser morto, teve que confessar que os dois foram avisar no Ribeiro Fundo, que os cangaceiros estavam se aproximando. Isso foi igual a uma sentença de morte. Sebastião pediu ainda para não matar Pedro porque ele tinha uma família, mas não adiantou. Os dois foram assassinados. Os cangaceiros queriam matar ainda uma velhinha, a sogra, porque ela tinha respondido mal. Jogaram gasolina nela mas não a incendiaram.No dia 22 de maio chegaram em Ribeiro Fundo. Os donos tinham fugido, mas na casa estava o morador Gedeão Hipólito Neves (avó do ex-prefeito Antenor Campos) e o cozinheiro Zé Lourenço. Estes dois foram mortos na hora, pois eles tinham avisado os seus patrões. O velho Satíro, que estava escondido no capim por trás da casa, escapou. Deixando a fazenda, se encontraram no caminho com um dos filhos mais novos de Sátiro.Ele disse que era comprador de gado e eles o soltaram. Subiam para a fazenda Raposa. Lá o grupo se dividiu. Enquanto uns atacaram os proprietários desta fazenda, Bonifácio e Zé Branco, que tiveram que pagar dez contos, outros atacaram a fazenda Angico. Do seu fazendeiro, Fortunato Reinaldo, exigiram também dez contos. Como não os tivesse, levaram-lhe o filho, chamado Anfizio, por garantia do restante, até a Serra da Jurema, quando foi resgatado. (Blog do Didi)
Rede de farmácias do Ceará faz aquisição milionária
Foto: Reprodução facebook
A rede de farmácias Pague Menos acertou a compra da marca Extrafarma, que era controlada pelo Grupo Ultra, negócio da ordem de R$ 700 milhões.
A ´Pague Menos´, com matriz no Ceará, passará a ser a segunda maior rede de farmácias do País, com aproximadamente 1.500 lojas.
A maior rede do segmento é a Drogasil (SP), que dispõe de pouco mais de 2.300 pontos de comercialização. (Blog do Didi)
Namorada de suspeito na morte de pernambucana em JP também é indiciada pelo crime
A namorada do suspeito da morte da jovem Patrícia Roberta, encontrada morta no dia 27 de abril em um matagal na zona sul de João Pessoa, também foi indiciada pelo crime por supostamente ter contribuído com a ocultação do cadáver. A informação foi confirmada pelo delegado da Polícia Civil, Canrobert Rodrigues. Ela e o namorado, que também foi indiciado por ocultação de cadáver e homicídio, estão presos.
Perguntado sobre como a namorada do suspeito poderia ter contribuído de fato na consumação do crime, o delegado afirmou que não poderia dar mais detalhes, pois o caso agora corre em segredo de justiça.
O suspeito do crime foi encontrado horas depois da localização do cadáver de Patrícia. Um amigo do suspeito, que teria ajudado a esconder o suspeito após o crime também foi preso.
O caso
Patrícia desapareceu no domingo (25 de abril) e a família acreditava que ela estivesse em João Pessoa. A jovem teria vindo à capital paraibana na sexta-feira (23 de abril) para encontrar um rapaz.
A última mensagem enviada pela jovem à família foi às 12h06 do domingo. Os pais de Patrícia Roberta vieram a João Pessoa para procurar a jovem e acionar a polícia.
O apartamento onde a jovem teria se hospedado fica no bairro de Gramame, na Zona Sul. Segundo os pais de Patrícia Roberta, uma pessoa da vizinhança disse ter visto quando o morador saiu do prédio com uma moça, que estaria desacordada.
De acordo com a Polícia Militar, à TV Correio, uma testemunha teria visto esse rapaz tentando jogar em um latão de lixo o que parecia ser um corpo enrolado em um material semelhante a um tapete. A testemunha tentou confrontar o rapaz para saber o que se tratava, mas se assustou e voltou para casa, de onde viu o suspeito fugir de moto com esse material. No lixo, a polícia encontrou pertences que seriam de Roberta.
A apuração da polícia constatou, com a família, que o homem com quem Patrícia esteve em João Pessoa seria um amigo que ela conheceu há dez anos, mas estava sem contatos, o que voltou a ocorrer recentemente. Os pais da jovem não gostavam desse rapaz.
No apartamento dele, no bairro de Gramame, na Zona Sul de João Pessoa, a polícia encontrou uma lista com nomes de mulheres, um altar com livros de magia e indícios de acesso à ‘deep web’. (Blog do Didi)
STF indefere novo pedido de liminar e João Pessoa pode seguir vacinação do pessoal da educação
João Pessoa continua autorizada a seguir com a vacinação contra a Covid-19 de professores e demais profissionais de educação. Isso porque, na tarde desta quinta-feira (20), a ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), indeferiu o pedido de liminar feito pelo Ministério Público Federal e pelo Ministério Público da Paraíba. Esse é a terceira decisão consecutiva em favor do seguimento da imunização desse grupo prioritário.
O argumento dos Ministérios Públicos é o de que a Prefeitura Municipal de João Pessoal (PMJP) não respeitou a ordem dos grupos prioritários, iniciando a vacinação do pessoal da educação antes de vacinar as pessoas em situação de rua, os servidores do sistema prisional e os presos da cidade.
A ministra, contudo, acatou o argumento da PMJP de que a vacinação das pessoas em situação de rua podem acontecer de forma simultânea, já que a Prefeitura alega ter feito a reserva de doses desse grupo, e de que a vacinação de quem integra o sistema prisional é de responsabilidade do Governo da Paraíba.
Com a decisão favorável, a PMJP já anunciou que seguirá nesta sexta-feira (21) a vacinar, entre outros grupos, os professores e profissionais da educação que trabalhem e morem na cidade.
O MPF e o MPPB ainda não se pronunciaram se vão tentar nova liminar. De toda forma, o debate sobre o mérito da questão ainda poderá ser discutido no plenário do STF, mas ainda não há nenhuma previsão para que isso aconteça.
G1
Viúva de MC Kevin suspeita de briga antes de queda: ‘Ele não pularia sem estímulo’
A advogada Deolane Bezerra, viúva do cantor MC Kevin, morto no último dia 16, disse nesta quinta-feira (20) não acreditar que o funkeiro pularia da varada do 5º andar do hotel onde ele estava, na Barra da Tijuca, sem um estímulo, “sem alguém falando algo”.
As declarações, que questionam as versões do amigo da vítima e da modelo que estava com ele, foram dadas em entrevista ao jornalista Roberto Cabrini, da Record TV. A emissora paulista exibiu um primeiro trecho da conversa no programa ‘Balanço Geral’.
Ao falar sobre a noite do dia 16 de maio, quando o cantor morreu após a queda da varanda do hotel onde o casal e amigos estavam hospedados, Deolane comentou ainda que os depoimentos prestados até agora não deixam clara uma “fundamentação para o ato”.
Ainda de acordo com a advogada, ela estava dormindo em outro quarto, do 11º andar, quando tudo aconteceu. Enquanto isso, de acordo com as versões relatadas na 16ª DP (Barra da Tijuca), no 5º andar o artista e amigos tinham uma noite de bebida, drogas e sexo.
Suposta briga
A modelo Bianca Dominguez contou na delegacia que ela estava na varanda com MC Kevin quando ele, com medo de ser flagrado pela mulher, pulou e ficou pendurado pelos braços até perder as forças e cair. Perguntada se acreditava que Kevin arriscaria a própria vida para que a traição não fosse descoberta, Deolane disse que não.
Ao ressaltar que ainda busca explicações sobre o que ocorreu, ela disse suspeitar ainda que, antes da queda, pode ter acontecido uma briga dentro do quarto.
“Houve briga, porque o VK (Victor Elias Fontenelle, o MC VK, amigo de Kevin) usou a camisinha e ele queria pagar o suposto programa”, declarou a viúva no trecho divulgado pela Record.
Questionada se a explicação de que ele teria pulado por medo de ser flagrado pela esposa, Deolane considerou: “Ou alguém assustou ele”.
“Eu acredito que ele saberia contornar a situação e me levar embora. Não acredito que ele pularia dali. Eu não sei. Eu acredito que ele não pularia dali sem um estímulo, sem alguém falando algo. E, do jeito que é relatado nos depoimentos, não traz uma fundamentação para o ato. Não tem nada que mostre: ‘foi por isso’”, prossegue a viúva.
Se flagrasse
Ela contou ainda qual seria sua reação caso, realmente, tivesse flagrado uma traição.
“(Teria) batido palma e falado: ‘você me perdeu’. Eu nunca teria ido para cima dele. Porque eu não tenho força com o Kevin. A gente não saía na mão, como no ditado popular. A gente não se agredia. Disputava quando nós terminávamos”, comentou.
Ainda segundo a advogada, naquela noite, ao acordar, viu uma mensagem no celular, em que sua sogra perguntava se estava tudo bem. Deolane, então, respondeu dizendo que estava dormindo.
Uma amiga ficou, então, com ela no quarto. Outro amigo desceu para procurar Kevin. Segundo a advogada, ela acreditava que ele estava bebendo, mas não sabia “nem os quartos que as pessoas estavam”. (Com informações do jornal Extra.)
quinta-feira, 20 de maio de 2021
Lula ataca Bolsonaro e é rebatido por Roger: “Fraude é soltarem um bandido para concorrer a uma eleição. Cala a boca, vigarista!”
O cantor Roger Moreira, vocalista e líder da banda de Rock, Ultraje a Rigor, não esconde de ninguém que é um apoiadores do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (sem partido) e crítico de primeira hora do PT.
Desta vez, o artista rebateu uma declaração do petista Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que Bolsonaro ‘quer imitar Trump dizendo que se não houver voto impresso irá acontecer fraude’. O ex-presidente ainda declarou que fraude foi ‘terem o tirado das eleições de 2018’.
O cantor retrucou o petista:
“Fraude é soltarem um bandido (que não foi inocentado de seus crimes e deveria estar preso e sem direitos políticos) para concorrer a uma eleição. Cala a boca, vigarista!”, escreveu o artista. (Folha da Republica)
Citado na CPI, Malafaia diz falar 'quase que diariamente' com Bolsonaro e que iria à comissão
O líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo foi citado nesta quinta-feira (20) pelo primogênito do presidente, o senador Flávio Bolsonaro, na CPI da Covid, como conselheiro do pai.
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O pastor Silas Malafaia diz à Folha de S.Paulo que "fala quase que diariamente" com Jair Bolsonaro, seu amigo. O líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo foi citado nesta quinta-feira (20) pelo primogênito do presidente, o senador Flávio Bolsonaro, na CPI da Covid, como conselheiro do pai.
"Querem ouvir uma pessoa que dá conselho ao presidente da República? Vou dar o nome: pastor Silas Malafaia. Ele fala quase que diariamente com o presidente e o influencia. Chamem ele aqui", afirmou Flávio na comissão.
Uma das hipóteses levantadas por senadores da oposição, na CPI, é a existência de um gabinete para formular diretrizes para combater a crise sanitária. "Nunca vi argumento tão medíocre quanto esse, e vou dizer lá", diz Malafaia.
PERGUNTA - O senador Flavio Bolsonaro sugeriu que os senadores o convoquem para a CPI e que o sr. é um dos principais conselheiros do pai. Iria?
SILAS MALAFAIA - Não tenho medo e digo tudo lá que eu falo com o presidente. Vou lá e digo. Se for convocado, vou lá e digo as conversas que eu tenho com o presidente. Sobre pandemia, lockdown, sobre, é... Cloroquina, azitromicina. Vou lá e falo. Eu digo lá.
Será que eles vão ter coragem de me convocar? Será? Eu digo. Sem nenhum problema. Aprendi uma coisa, a verdade é soberana. Não precisa ter medo da verdade. Vou lá e digo minhas conversas sobre estes assuntos todos: sobre vacina, Coronavac, Pfizer. Vou lá e digo tudo, poe botar aí no jornal.
P. - O sr. e o presidente se falam com que frequência?
SM - Pode colocar aí: o pastor Silas Malafaia fala quase que diariamente. Fui lá [no Palácio do Planalto] seis vezes, de março [de 2020] pra cá, em três dessas, mais de três horas [de reunião]. E telefone de 'zap', eu falo muitas e muitas vezes com ele. Pode botar aí, que eu não tenho medo desses caras. Pode botar.
P. - O que o sr. o aconselha sobre pandemia?
SM - Não vou dizer nada pra jornalista nenhum. Se me convocar, eu digo lá. O que conversei sobre Coronavac, Pfizer, quarentena, lockdown, certo? Pandemia... Eu digo lá. Não vou dizer pra ninguém, só lá. Porque aí cria um ambiente antecipado, porque a verdade, como eu disse pra você, é absoluta.
P. - O sr. como conselheiro do presidente prova a existência do gabinete paralelo levantada pelos senadores de oposição?
SM - Tenho uma resposta que eu destroço essa conversa de gabinete paralelo. Digo lá. Esse é o argumento mais frágil, mais idiota, mais imbecil que podem usar. Nunca vi argumento tão medíocre quanto esse, e vou dizer lá. (ClikPB)
Fiocruz deve entregar 5,3 milhões de doses de Astrazeneca nesta sexta-feira
Na sexta-feira (21), a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) deve entregar 5,3 milhões de doses da vacina AstraZeneca contra a covid-19 ao PNI (Programa Nacional de Imunizações).
Com a nova remessa, a Fiocruz completa 40 milhões de doses entregues ao Ministério da Saúde, sendo que 36,2 milhões foram produzidas no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), no Rio de Janeiro, e as primeiras 4 milhões foram importadas já prontas da Índia.
"Ao todo, a Fundação já produziu em torno de 50 milhões de doses do imunizante. As demais doses produzidas se encontram em diferentes etapas do processo de controle de qualidade", disse a Fiocruz por meio de nota.
Em nota divulgada na quarta-feira (19), a Fiocruz informou que vai interromper a produção da vacina da AstraZeneca a partir de hoje por falta de insumos. A previsão é de que no sábado (22) dois lotes de IFA (ingrediente farmacêutico ativo) importados da China cheguem ao Brasil para a retomada da produção de 12 milhões de doses.
Na terça-feira (18), o país atingiu a marca de 90 milhões de vacinas distribuídas aos estados para a campanha de imunização contra a covid-19, segundo o Ministério da Saúde. (ClikPB)
EXCLUSIVO: Presidentes das Câmaras do Cariri encaminham ofício ao governador João Azevêdo solicitando a instalação de UTIs na região
O colegiado de presidentes de Câmara de vereadores do Cariri Paraibano, grupo de parlamentares das 20 Câmaras dos municípios do Cariri Ocidental da Paraíba, preocupados com a devastação que a pandemia tem causado nas famílias de todo o país, reuniram-se pela primeira vez no último sábado (15) a fim de sugerir e colaborar com a adoção de medidas efetivas, amplas e eficientes para o combate da COVID-19.
Pensando dessa forma, os parlamentares sugeriram ao governador João Azevêdo, dois pleitos que possam ser atendidos com rápida urgência a fim de contar o avanço do vírus na região.
O primeiro pleito é a estruturação dos hospitais do Cariri com leitos de UTI específicos para COVID, a fim de que, em uma parceria com as Prefeituras, desafogará os hospitais de grandes centros como Patos, Campina Grande e João Pessoa. De acordo com os vereadores, as unidades de terapia intensivas possibilitaram a internação de pacientes com COVID nos hospitais da região.
No ofício ao qual o Cariri Em Ação obteve com exclusividade, apresenta um segundo pleito que foi encaminhado ao governador, que seria a disponibilização de freezers capazes de armazenar vacinas da Pfizer, a fim de possibilitar a distribuição do material. Por fim, o colegiado sugere o estabelecimento de parceiras entre os municípios no sentido de aumentar a capacidade de realização dos testes para COVID-19 na população.
Confira o ofício encaminhado ao governador:

(Redação do Cariri Em Ação)
Professor da Paraíba vence prêmio em Festival de Dança da Alemanha
O professor Geovan da Conceição, do Centro Estadual de Arte (Cearte), conquistou, nesse domingo (16), o segundo lugar no 25º Festival Internacional de Dança de Stuttgart, na Alemanha, edição 2021. O bailarino disputou com cerca de 300 artistas de todo o mundo inscritos no Internationales Solo-Tanz-Theater Festival Stuttgart, considerado um dos maiores festivais de dança do mundo, construindo uma coreografia a partir de sua própria experiência de violência, dor e superação vivida na infância.
Toda a performance de “Fissurar”, nome da apresentação, foi disponibilizada em vídeo, e Geovan criou a coreografia, dançou e editou a música. Na dança, que é forte e até perturbadora para quem assiste, o bailarino fala de uma infância marcada pela violência. Em relação ao nome da apresentação, ele conta que pensou em algo que fizesse o sentido de abrir brechas, fendas, rachaduras, em relação à adversidade.
Infância violenta
“Basicamente eu narrei a minha infância na comunidade da Citex, um lugar violento na década de 1990. Lá, presenciei homicídios e perdi parte da minha família. Era pobreza extrema. Eu vi muita coisa ruim e de certa forma isso mexe muito comigo até hoje”, lembra.
Geovan lembra que a família era desestruturada. O pai era traficante e vivia agredindo a sua mãe. Ele viu um dos tios assassinando um rapaz em sua frente e outro tio foi assassinado. Essa violência, de forma lúdica, está na apresentação.
“São cenas que a gente não esquece. Essa ferida para mim não sara. Então eu quis trazer toda essa parte sentimental para dentro da minha coreografia, o que não foi fácil, porque retratava muita violência. Foi muito doloroso, tanto fisicamente, porque tive que fazer movimentos bem pesados, complexos, com muita batida, muita pancada, mas também mentalmente por ter que relembrar tudo que me aconteceu. Por muitas vezes chorei montando a música, até que ela fosse ideal. Eu pensava que tinha que ser uma música visceral que mostrasse bem a realidade. Graças a Deus, eu consegui dentro do Festival repassar isso para os jurados e para o público”, pontua.
Toda essa história de violência caminhou para o sucesso só depois de algumas viradas na vida. Aos sete anos, Geovan teve a primeira virada, quando a avó dele o tirou de casa e o colocou em um abrigo, em Bayeux, região metropolitana de João Pessoa: o abrigo Morada do Betinho. Lá, começou uma brecha para uma nova realidade.

Experiência no Bolshoi
Aos 11 anos, surgiu um chamado: a seleção para o Bolshoi. Mais de 64 mil crianças ficaram interessadas, mas Geovan acabou selecionado entre os 20 melhores e passou por mais uma seletiva em Joinville, Santa Catarina, quando ficou entre os 10 que de fato ganhariam a bolsa. Passou oito anos em estudo e lá conheceu diversos profissionais, entre eles nomes renomados do Balé Bolshoi como Vladimir Vasiliev e Ekaterina Maximova. Teve aulas de flauta, piano, coral, danças populares, danças clássicas, contemporânea, dueto, repertório e muitos outros cursos. Geovan entende que teve formação cultural, mas também ética e moral.
Ao final do processo, em 2011, retornou para João Pessoa, pois sentia que precisava ajudar a mãe. Construiu uma casa para ela e hoje mora próximo, mas sem perder os sonhos. Em 2012, começou a trabalhar no Cearte. A diretora do Cearte, Laura Moreno, se mostrou exultante com a conquista de Geovan, a quem fez questão de dar uma oportunidade no Centro quando voltou do Bolshoi. A partir daí, ele entrou no curso de Licenciatura em Dança na UFPB, em 2013. Laura ressalta como Geovan fez da arte um instrumento transformador e que agora conta a sua história.
“Ele faz um recorte da vida dos jovens nos bairros de contextos vulneráveis da cidade, que é o que acontece com a maioria deles, ficam sem rumo e sem opção, são provocados e capturados para a destruição, em consequência da desigualdade, da violência e da discriminação. Ele é muito talentoso, teve a oportunidade da formação e fez sempre o melhor com isso. Em 2012, já trabalhando conosco, numa Extensão parceira do Cearte, do Bairro dos Novais, dando aula de dança, ele trouxe daí uma apresentação na nossa Semana de Arte uma coreografia linda e emocionante, que nunca esquecerei: Retirantes! Aí percebi o tamanho do seu talento…uma beleza!”, lembra Laura.
Para Geovan, o que aconteceu com ele foi um milagre. “Entre uma em um milhão, uma pessoa consegue conquistar as coisas que eu estou conquistando na vida e ter uma mudança radical como eu tive”, acredita. E a notícia do Festival veio numa boa hora. Geovan explica que com a pandemia teve perdas financeiras. “Isso mexeu dentro da minha casa, tive crises psicológicas, de ansiedade. Mas eu ficava com o desejo de mudar, de não deixar minha vida regredir. E eu lutei com todas as minhas forças para que a minha vida desse certo. Mesmo diante da pandemia, surgiu a oportunidade desse festival e outras oportunidades e isso me ajudou a me reerguer”, relatou.
No Festival
“No festival não foi fácil, eu recebi a proposta e eu treinei muito, me dediquei muito. Criei a coreografia, fui à pessoa que preparou e editou a música. Não tive coreógrafo, poucas pessoas me ajudaram. A grande parte fui eu que fiz. Não foi fácil. Foram alguns meses e muitas madrugadas acordando e mexendo na coreografia e na música. E hoje, recebendo um prêmio num dos maiores festivais de dança do mundo… ainda não absorvi, é muito bom. Vai me dar visibilidade. Vai mostrar a nossa Paraíba. Eu fui o único brasileiro selecionado, então não estou representando só a Paraíba, mas também o Brasil. Mas, obviamente, eu dou crédito à minha cidade e ao estado, porque sou daqui e gosto demais dessa cidade. É um prêmio que é nosso!”, comemorou. (Blog do Didi)













