sábado, 10 de julho de 2021

Sine-PB disponibiliza 194 oportunidades de emprego em quatro cidades

O Sistema Nacional de Emprego (Sine/PB) está disponibilizando 194 oportunidades de empregos em quatro cidades: João Pessoa, Campina Grande, Guarabira e São Bento. O maior número de vagas é para fiscal de prevenção de perdas (20) e operador de vendas (15), na capital. Já em Campina Grande, as maiores ofertas são para os cargos de encanador, vendedor interno e vendedor pracista. 

O Sine-PB, gradativamente, está voltando à sua normalidade. Atualmente, dos 15 postos existentes no Estado, 11 já estão com atendimento presencial. São os postos das cidades de João Pessoa, Campina Grande, Cajazeiras, Monteiro, Pombal, Sapé, Bayeux, Conde, Guarabira, Itaporanga e São Bento.

O gerente executivo do Sine/PB, Flávio da Costa Araújo, informa que no momento o atendimento está sendo realizado de segunda a quinta-feira, das 8h30 às 16h30, por ordem de chegada, com distribuição de 140 fichas, sendo 80 para atendimento sobre Seguro Desemprego e 60 para consulta de emprego. 

“No Sine/PB, a população pode dispor dos serviços de intermediação de mão de obra, seguro desemprego, qualificação social e profissional, além de orientação profissional”, destacou.

Flávio lembra ainda que o Sine/PB também realiza o trabalho de recrutamento de pessoal para empresas instaladas ou que irão se instalar no Estado. Esses serviços podem ser solicitados pelo e-mail: estadual@hotmail.com.

De acordo com dados do órgão, de janeiro a junho deste ano, o Sine/PB realizou 17.870 atendimentos em todo Estado, dos quais 5.148 foram encaminhamentos para empregos,  474 trabalhadores colocados, 2.809 vagas captadas, 3.212 trabalhadores inscritos e 6.227 atendimentos de seguro desemprego.

Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (83) 3218-6617 ou 3218-6600 (em João Pessoa). Para a inscrição, os interessados devem procurar a sede do Sine-PB, localizada na rua Duque de Caxias, 305, no Centro de João Pessoa (próximo ao Shopping Terceirão), com RG e CPF. (Cariri em Ação)

Prefeitura na Paraíba pretende bloquear salários de servidor que recusar vacina contra Covid-19

A Secretaria Municipal de Saúde de Bayeux iniciou um estudo para bloquear os salários dos servidores municipais que se recusarem a tomar a vacina contra a covid-19 e que estão na faixa etária da imunização. A decisão ficará a cargo da prefeita Luciene Gomes, que vai se reunir ainda nesta sexta-feira (9) para decidir sobre o assunto, conforme apurou o ClickPB.

O secretário de Saúde de Bayeux, Adriano Nascimento, iniciou um levantamento para identificar os servidores que ainda não foram imunizados contra a Covid-19.

“Eu mesmo dei início ao estudo já que a Saúde é responsável pela vacinação de todos os bayeuxenses. Então, não podemos deixar que a pessoa tome a vacina quando quiser. Já estamos vacinando pessoas sem comorbidades a partir dos 37 anos. Quem estiver nessa faixa etária e não tiver se imunizado ainda, poderá sofrer sanções como, por exemplo, ter o salário bloqueado”, explicou o secretário.

Além do bloqueio, segundo o secretário, a pessoa ficará impedida de acessar serviços. “Caso precise de qualquer serviço da prefeitura, o servidor deverá apresentar o cartão de vacinação. Se estiver na idade de se imunizar e ainda não tiver feito, terá que tomar a vacina para ser atendido. Vamos conversar também com os bancos e outras instituições.”

Após um agente de saúde se recusar a tomar a vacina contra a Covid-19 e morrer em Bayeux, o Ministério Público da Paraíba (MPPB) promoveu, nessa quinta-feira (8), uma audiência com representantes da Secretaria de Saúde de Bayeux para recomendar o combate os ‘sommeliers de vacina’, pessoas que recusam se vacinar com imunizantes de determinados laboratórios. O MPPB também cobrou o envio de relatório sobre todos os agentes comunitários de saúde do município que recusaram qualquer tipo de vacina. A audiência foi presidida pela promotora de Justiça de Bayeux, Fabiana Lobo, que atua na defesa da Saúde.

ClickPB

Os benefícios da Internet em tempos de pandemia, atividade remota desenvolvida pela LBV

O trabalho presencial está suspenso, mais o aprendizado é remoto e contínuo com temas de Cidadania Irrestrita

O ensino e atividades socioeducativas via remoto são mais um efeito colateral da pandemia do novo coronavírus, já que para o enfrentamento da Covid-19, as aulas e atividades socioeducativas presenciais foram temporariamente suspensas. Nos Centros Comunitários de Assistência Social da Legião da Boa Vontade – LBV, que atua com o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, assistindo da criança ao idoso, também se encontra suspenso. A Instituição preparou um Plano de Ação Pedagógico como apostilas que passaram a ser entregues às famílias, além de atividades impressas e videoatividades enviadas via celular para os pais e responsáveis para não perder os vínculos com os nossos usuários.   

Videoatividades com temáticas de cidadania, meio ambiente, convivência  

Apostilas de atividades   

Kit com material de apoio às famílias (tinta, tesoura, papel etc.) 

Acolhida (escuta qualificada)   

Atendimento Social à distância e presencial  

em casos específicos, principalmente aos idosos a Visita Domiciliar

Todos os meses é apresentado uma temática, às crianças e adolescentes beneficiadas pelo serviço Criança – Futuro no Presente!. Em junho, na Unidade da LBV, em João Pessoa, os pequenos refletiram e produziram atividades sobre os benefícios da Internet. O educador social da Instituição, Lucivan Laranjeira, produziu vídeos para que os meninos e meninas identificassem os perigos e benefícios da Internet, promovendo pesquisas para encontrarem as formas seguras e corretas de utilizá-la.     

Além de todo o trabalho socioeducacional, a LBV, continua seus esforços intensificando a sua atuação humanitária, amparando as famílias mais vulneráveis que sofrem fortemente pelos impactos socioeconômicos da pandemia da Covid-19, com cestas de alimentos, kit de material de limpeza e higiene pessoal, álcool 70% e máscaras de proteção.

Comunidades atendidas pela LBV na Paraíba 

A Instituição tem duas unidades no Estado, localizadas nos municípios de Campina Grande e João Pessoa, assistindo mais de trezentos lares em vulnerabilidade social. Além da atuação nas cidades macro, a LBV, tem forte atuação na zona rural de Alagoa Grande, Bayeux, Dona Inês e Guarabira, na garantia da segurança alimentar para mais de 3.200 pessoas pobres. 

SAIBA COMO AJUDAR:   

Acesse www.lbv.org e doe qualquer valor. Se preferir, faça uma transferência bancária pelo PIX oficial da LBV: pix@lbv.org.br. Confira essas e outras ações realizadas pela Instituição no endereço @lbvbrasil no Facebook, no Instagram e no YouTube. (Cariri em Ação)

Estado é condenado a pagar R$ 30 mil a família de preso que foi morto dentro de presídio

“Em caso de morte de preso no interior de cadeias públicas, aplica-se a responsabilidade objetiva do Estado pelo evento danoso, prevista no artigo 37, §6º da Constituição Federal, pois o assassinato de detento, ocorrido nos limites da unidade prisional, demonstrou a falha no serviço penitenciário e policial, ferindo o dever de guarda e vigilância constitucionalmente previsto”. Assim entendeu a Quarta Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba ao manter a decisão do Juízo da 5ª Vara Mista da Comarca de Santa Rita, que condenou o Estado da Paraíba a pagar a quantia de R$ 30 mil, a título de danos morais, pela morte de um preso dentro de unidade prisional.

“O ordenamento constitucional assegura, por meio do artigo 5º, inciso XLIX da Carta Maior, integridade física e moral ao preso. Dessa forma, incumbe ao Estado preservar os mencionados bens jurídicos do apenado, mantendo a vigilância eficiente e constante no interior de suas unidades prisionais”, frisou o relator do processo nº 0001950-42.2014.8.15.0331, desembargador Oswaldo Trigueiro do Valle Filho.

O relator pontuou, ainda, que não basta a pura e simples inobservância do dever constitucional de evitar a morte do preso sob sua custódia para restar configurada a responsabilidade civil do ente público no mister da execução penal, sendo necessário, também, que o Poder Público tenha a efetiva possibilidade de agir no sentido de evitar o resultado, sob pena de ser rompido o nexo de causalidade. “No caso em disceptação, verifico estar presente a conduta e o nexo de causalidade apto a fundamentar a responsabilidade civil do Estado, pois o assassinato do detento, ocorrido dentro de unidade prisional, demonstrou a falha no serviço penitenciário e policial, os quais deveriam estar balizados no princípio da eficiência, especialmente pelo fato de que o detento foi assassinado por outros reeducandos que, dentro da unidade prisional, inciaram tumulto não debelado pelo serviço de seguran da unidade prisional”.

O desembargador Oswaldo Filho considerou que o montante de R$ 30 mil fixado na sentença perfaz quantia adequada. “A sentença de primeiro grau encontra-se totalmente adequado com os postulados constitucional e a jurisprudência dominante nas cortes pátrias, mostrando-se desnecessária a reforma da mesma”, frisou o relator. (Cariri em Ação)

Atuar para impedir eleição pode configurar crime de responsabilidade, diz Barroso sobre Bolsonaro

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Roberto Barroso, afirmou nesta sexta-feira (9) que atuar para impedir a realização de uma eleição viola a Constituição e pode ser enquadrado como crime de responsabilidade.

Em nota divulgada à imprensa, o ministro afirmou que eleições periódicas é um dos pressupostos da democracia.

Bolsonaro tem atacado integrantes do TSE e do Supremo Tribunal Federal principalmente por posicionamentos contrários à aprovação no Congresso de uma proposta de emenda à Constituição para tornar obrigatória a impressão de votos em eleições, plebiscitos e referendos.

A impressão do voto é defendida pelo presidente, que costuma lançar suspeitas de fraude em relação ao voto eletrônico sem apresentar evidências. O tema também é defendido por parlamentares bolsonaristas no Legislativo e atualmente está em discussão em uma comissão especial na Câmara dos Deputados.

A TV Globo apurou que ministros do STF e do TSE discutiram as falas do presidente e avaliaram que era preciso ter uma reposta institucional, uma vez que as declarações representam uma ameaça a estabilidade democrática do país.

A Corregedoria do TSE cobrou que Bolsonaro apresente provas de fraudes no processo eleitoral – o que ainda não ocorreu – e se comprometeu a apurar os eventuais casos.

Em junho de 2018, o STF decidiu de forma liminar (provisória) barrar a medida e confirmou o entendimento em 2020, em julgamento no plenário virtual, quando considerou o voto impresso inconstitucional, por violar cláusula pétrea da Constituição – o sigilo do voto.

Leia a íntegra da nota do TSE:

NOTA À IMPRENSA

Tendo em vista as declarações do Presidente da República na data de hoje, 9 de julho de 2021, lamentáveis quanto à forma e ao conteúdo, o Tribunal Superior Eleitoral esclarece que:

1. Desde a implantação das urnas eletrônicas em 1996, jamais se documentou qualquer episódio de fraude. Nesse sistema, foram eleitos os Presidentes Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Jair Bolsonaro. Como se constata singelamente, o sistema não só é íntegro como permitiu a alternância no poder.

2. Especificamente, em relação às eleições de 2014, o PSDB, partido que disputou o segundo turno das eleições presidenciais, realizou auditoria no sistema de votação e reconheceu a legitimidade dos resultados.

3. A presidência do TSE é exercida por Ministros do Supremo Tribunal Federal. De 2014 para cá, o cargo foi ocupado pelos Ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Luiz Fux, Rosa Weber e Luís Roberto Barroso. Todos participaram da organização de eleições. A acusação leviana de fraude no processo eleitoral é ofensiva a todos.

4. O Corregedor-Geral Eleitoral já oficiou ao Presidente da República para que apresente as supostas provas de fraude que teriam ocorrido nas eleições de 2018. Não houve resposta.

5. A realização de eleições, na data prevista na Constituição, é pressuposto do regime democrático. Qualquer atuação no sentido de impedir a sua ocorrência viola princípios constitucionais e configura crime de responsabilidade.

Brasília, 9 de julho de 2021.

Ministro Luís Roberto Barroso

Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (Cariri Ligado)

Prefeito Dalyson Neves comemora resultado de avaliação no índice de aprendizagem dos alunos de Zabelê

A gestão municipal, através da Secretaria Municipal de Educação de Zabelê (SEDUC), parabenizou o empenho de todos os profissionais da educação pelo trabalho que vem desenvolvendo em tempos tão difíceis.

Aos alunos do município, o prefeito Dalyson Neves, agradeceu por não desistirem e por terem, juntos, alcançados o desempenho no processo avaliativo.

“Nossa gratidão, respeito e reconhecimento a todos que fazem a educação do município de Zabelê crescer,” falou o gestor. (Cariri Ligado)

Presidente do Senado diz que quem pretender retrocesso democrático será considerado inimigo da nação

BRASÍLIA — Após o presidente Jair Bolsonaro voltar a colocar em dúvida a segurança das eleições, o presidente do Senado e do Congresso, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), afirmou que “todo aquele que pretender algum retrocesso ao Estado Democrático de Direito será apontado pelo povo brasileiro como inimigo da nação”. Pacheco disse que confia na Justiça Eleitoral brasileira e que não acredita que o sistema esteja suscetível a fraudes em 2022. O presidente do TSE, Luis Roberto Barrosso, também rebateu Bolsonaro e classificou os ataques de ‘lamentáveis’ e ‘levianos’

— Não podemos admitir qualquer tipo de fala, de ato, de menção que seja atentatória à democracia ou que estabeleça um retrocesso na democracia. Tudo quanto houver de especulações em relação a algum retrocesso á democracia, como a frustração das eleições próximas, é algo que o Congresso, além de não concordar, repudia veementemente. Nós não admitiremos nenhum retrocesso nesse sentido —  disse Pachaco.

Pacheco também manifestou solidariedade ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, chamado de “imbecil” por Bolsonaro. “Discordo de qualquer ataque pejorativo que seja feito a ele (Barroso) ou a qualquer cidadão.”

Em mais de um momento, Pacheco garantiu que as eleições acontecerão no próximo ano. Ele reforçou que as eleições e a democracia são inegociáveis:

— As eleições são uma realidade da democracia brasileira, são inegociáveis e o formato dessas eleições, que é algo que se discute muito hoje na sociedade, sobre a manutenção do formato atual ou de uma nova tecnologia através do voto auditável, é uma discussão que haverá de se ter com todos os personsagens da República, mas sem ataque a pessoas. Essa discussão não será feita pelo Executivo, não será feita pelo TSE, e sim pelo Congresso.

— Nesse momento precisamos de união de pacificação de busca de consenso, mas também precisamos também de firmeza para poder afirmar princípios e preceitos constitucionais que não serão transigidos em hipótese alguma pelo Congresso Nacional — disse Pacheco em outro momento. (Cariri Ligado)

Brasil tem média móvel de mortes por Covid abaixo de 1.400 pela primeira vez desde março

O Brasil registrou 1.433 mortes por Covid e 57.188 casos da doença, nesta sexta-feira (9). Com esses dados, a média móvel de óbitos agora é de 1.387 mortes por dia, primeira vez desde 4 de março deste ano que o dado fica abaixo de 1.400. Na data em questão, a média era de 1.361.

O país chegou a 531.777 mortes e a 19.019.974 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

Apesar da queda recente da média, o Brasil completou 170 dias seguidos do dado acima de 1.000 óbitos por dia. A média é um instrumento estatístico que busca amenizar grandes variações nos dados, como costumam ocorrer em finais de semana e feriados. A média é calculada pela soma do número de mortes dos últimos sete dias e a divisão do resultado por sete.

Os dados do país, coletados até às 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.
Os dados da vacinação contra a Covid-19, também coletados pelo consórcio, foram atualizados em 23 estados e no Distrito Federal.

O Brasil registrou 1.545.223 doses de vacinas contra Covid-19, nesta sexta-feira. De acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde, foram 994.468 primeira doses e 232.188 segundas. Também entram nessa conta 318.567 doses únicas da Janssen aplicadas.

Ao todo, 82.908.617 pessoas receberam pelo menos uma dose da vacina contra a Covid no Brasil–27.839.173 delas já receberam a segunda dose do imunizante.

Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 29.993.075 pessoas totalmente imunizadas no país.

Com isso, 51,52% da população com mais de 18 anos já recebeu uma dose e 18,64% (também com mais de 18 anos) recebeu as duas doses recebidas ou a dose única da Janssen.

Mesmo quem completou o esquema vacinal com as duas doses deve manter cuidados básicos, como uso de máscara de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

FOLHAPRESS

Joseph Lambert é declarado presidente interino do Haiti pelo Senado; país pede que EUA e ONU enviem tropas

O Senado do Haiti declarou nesta sexta-feira (9) que seu presidente, Joseph Lambert, irá ocupar a presidência interina do país, após o assassinato do presidente Jovenel Moise, na quarta-feira. Seu nome foi apontado após uma votação vencida por maioria entre os presentes.

Até então, o cargo estava sendo exercido provisoriamente pelo primeiro-ministro interino do país, Claude Joseph.

Há controvérsias sobre quem deve comandar o país após a morte de Moise, já que Joseph não chegou a ser oficializado no cargo de primeiro-ministro, e por isso ocupa o posto interinamente, e o presidente da Suprema Corte, que poderia assumir a Presidência, segundo a Constituição, morreu de Covid-19 no mês passado e ainda não foi substituído (leia mais sobre a sucessão abaixo).

Ajuda da ONU e dos EUA

 

Também nesta sexta-feira, o Haiti pediu aos Estados Unidos e à ONU que enviem tropas para proteger seus portos, aeroporto e outros locais estratégicos, afirmou um ministro do governo haitiano, segundo a agência France Presse.

Depois do assassinato de Moise, “pensamos que os mercenários [acusados do crime] poderiam destruir alguma infraestrutura para criar caos no país. Durante uma conversa com o secretário de Estado dos Estados Unidos e a ONU fizemos esta solicitação”, disse à AFP Mathias Pierre, ministro das Eleições.

Controle do país

 

 

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Jovenel Moise dissolveu o Parlamento e governava por decreto há mais de um ano, após o país não conseguir realizar eleições legislativas, e queria promover uma polêmica reforma constitucional.

Ele dizia que ficaria no cargo até 7 de fevereiro de 2022, em uma interpretação da Constituição rejeitada pela oposição. Para eles, o mandato do presidente havia terminado em 7 de fevereiro deste ano.

A disputa sobre o fim do mandato era consequência da primeira eleição de Moise. Ele foi eleito em outubro de 2015 para um mandato de cinco anos, em um pleito cancelado por fraudes, venceu uma nova disputa no ano seguinte e tomou posse apenas em 2017.

Moise foi eleito com 600 mil votos em um país com 11,3 milhões de habitantes. Pouco conhecido antes das eleições, ele conseguiu vencer com o apoio do ex-presidente Michel Martelly.

Eleições legislativas e municipais estavam agendadas para ocorrer neste ano, mas foram adiadas para 2022. Com o vácuo de poder, Moise manteve a posição de continuar no cargo por mais um ano, apesar das críticas da oposição.

Acusados pelo assassinato

 

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O diretor da Polícia Nacional do Haiti disse na quinta-feira que ao menos 28 pessoas participaram do assassinato a tiros do presidente. Desses, dois seriam cidadãos dos Estados Unidos com origem haitiana e 26 têm cidadania na Colômbia.

Durante o ataque, a primeira-dama haitiana, Martine, ficou gravemente ferida, mas sobreviveu e foi levada aos Estados Unidos, onde está hospitalizada em estado estável.

A agência France Presse, citando o diretor de polícia, diz que das 28 pessoas envolvidas no crime, oito estão foragidas. Os outros 20 suspeitos estão presos ou já foram detidos pelas autoridades — não há muitos detalhes sobre essas prisões.

Autoridades disseram que a polícia e o exército cercaram o grupo desde quarta e conseguiram prendê-los após intensa troca de tiros. Ao todo, sete pessoas considerada suspeitas no complô e no assassinato foram mortas.

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G1

Em baixa nas pesquisas, Bolsonaro diz que tem couro grosso e aguenta pressão

Com a fala interrompida por soluços constantes, sem usar máscara, o presidente Jair Bolsonaro fez discurso em evento sobre o grafeno em Caxias do Sul, na Serra Gaúcha, nesta sexta-feira (9), retomando uma das pautas que eram recorrentes em seus discursos antes mesmo da eleição de 2018.

Bolsonaro ainda criticou governos anteriores, sem citar nomes, e voltou a falar sobre “eleições limpas”.

“As pressões que eu enfrento, fiquem tranquilos. O meu couro é grosso. Fizemos um ministério invejável. Quando alguns falam em eleições, eu quero que analisem os ministros que eu indiquei, enfrentando pressões e os ministros que os antecederam. Não tinha como o Brasil dar certo no passado.”

“Hoje, nós sonhamos com isso, temos a certeza que podemos mudar o Brasil. O que eu mais prego, o que eu mais quero são eleições limpas, para que possamos garantir a vontade popular”.

Os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Luís Roberto Barroso, reagiram às recentes ameaças golpistas der Bolsonaro ao processo eleitoral e democrático do país.

Ambos se manifestaram nesta sexta-feira horas após Bolsonaro ter afirmado, sem apresentar nenhuma prova, que a fraude eleitoral está no TSE, além de ter atacado Barroso, a quem chamou de “idiota” e “imbecil”. Um dia antes, Bolsonaro já havia colocado em xeque a realização das eleições de 2022.

Bolsonaro tem feito repetidas ameaças contra as eleições, numa radicalização de discurso que coincide com pesquisas que apontam o aumento de sua reprovação e o favoritismo do ex-presidente Lula (PT) no pleito de 2022.

Ao lado de Marcos Pontes, ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Bolsonaro participou da abertura da Primeira Feira Brasileira do Grafeno e fez a inauguração oficial da UCSGRAPHENE, planta de produção de grafeno da UCS (Universidade de Caxias do Sul).

Pontes apresentou vários produtos produzidos com grafeno ao presidente, expostos no local. Bolsonaro estava acompanhado pelo senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) e pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Onyx Lorenzoni (DEM), entre outras figuras políticas.

Nem o presidente, nem a maioria dos ministros e deputados da comitiva usavam máscara, apesar da vigência da medida obrigatória devido a pandemia do novo coronavírus. Na chegada ao aeroporto local, Bolsonaro também voltou a pegar uma criança no colo, sem estar com o acessório.

Segundo a UCS, a unidade é a primeira de produção em escala industrial instalada por uma universidade ou centro de pesquisa na América Latina e a maior em capacidade de produção. ??A unidade comporta uma produção anual de até 500 quilos e tem capacidade de expansão para 5.000 quilos por ano.

Ela entrou em operação em março do ano passado, cerca de 15 anos depois do início das pesquisas com nanomateriais na universidade da Serra Gaúcha.

Atualmente, entre os projetos já em atividade, há mais de 100 acordos de confidencialidade assinados.

A Taurus, empresa sediada em São Leopoldo, na região metropolitana de Porto Alegre, uma das principais fabricantes mundiais de revólveres e pistolas, firmou acordo com a universidade no fim de junho para realizar pesquisas e desenvolver armamentos com grafeno.

O CEO Salesio Nuhs entregou a Bolsonaro um troféu com um protótipo de uma pistola G3, que utiliza grafeno na composição de algumas peças, e está em pesquisa junto à UCS, e um capacete de grafeno para ele usar na motociata prevista para ocorrer neste sábado em Porto Alegre.

Um milhão de vezes menor do que um fio de cabelo, o grafeno é composto por uma camada de átomos de carbono interligados por estruturas hexagonais e foi descoberto em 2004, na Inglaterra. Feito a partir do grafite, é o composto mais fino e mais forte conhecido pela humanidade.

Em um vídeo publicado em janeiro de 2017 em sua página no Facebook, Bolsonaro, então deputado federal, aparece mostrando afloramento de grafite na região do Vale do Ribeira (SP).

Bolsonaro afirmava que cada quilo do mineral teria custo de US$ 1 no mercado internacional, mas dele poderiam ser extraídos até 150 gramas de grafeno por quilo, que chegariam a custar US$ 15 mil.

No mesmo vídeo, ele ataca a demarcação de terras indígenas na região, dizendo que haveria jazidas minerais.

“Agora, toda essa área riquíssima em grafeno está sendo requerida para a Funai para que seja uma reserva indígena. É a velha máxima, não existe terra rica, que não exista também ali uma reserva indígena ou que esteja na iminência de ser demarcada uma reserva indígena”, afirma Bolsonaro na gravação.

Nesta sexta, durante o discurso, o presidente disse que sempre foi apaixonado por ciências exatas, sabia a tabela periódica de memória e que descobriu o grafeno em uma viagem a Miracatu (SP), onde visitou uma montanha de grafite.

Segundo ele, pessoas do local contaram que “gente que não falava a nossa língua foi perfurar o terreno”. Bolsonaro afirmou ainda que a curiosidade aflorou mais ainda em sua cabeça nos anos que antecederam as eleições.

“Fiz vídeos, comecei a falar do nióbio e do grafeno. A ignorância por parte de alguns, que a gente perdoa, até falavam que eu devia escolher para vice-presidente o nióbio ou o grafeno. Obviamente, isso não vinha de pessoas apenas ignorantes, vinha de pessoas que não queriam que o Brasil se projetasse nisso, que agora, mais ainda, nós tomamos conhecimento que é o futuro da nossa pátria”, disse ele.

“Não é fácil evoluirmos em ciência e em tecnologia, geralmente tem alguém na nossa frente. Agora, uma grande fresta apareceu, um grande horizonte, uma fronteira incomensurável. Ao passar por aqui, vi na prática que realmente há algo fantástico para nossa pátria”, seguiu o presidente.

A agenda de Bolsonaro no Rio Grande do Sul inclui ainda compromissos em Bento Gonçalves, também na Serra, nesta sexta. No sábado, ele segue para Porto Alegre, onde participa de uma motociata, passeata com motociclistas, e tem agenda com o prefeito Sebastião Melo (MDB).

O presidente não tem nenhum evento previsto com o governador Eduardo Leite (PSDB). Na semana passada, Bolsonaro chamou a decisão de Leite de falar abertamente sobre ser gay de “cartão de visitas” para sua candidatura e disse que não teria nada contra, mas “querer impor seu costume, seu comportamento para os outros, não”.

O governador respondeu ao comentário, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, dizendo que “o presidente é um imbecil”.

FOLHAPRESS

“CHINA DO LAVA JATO” É ASSASSINADO NO CENTRO DE SERTÂNIA

Na manhã deste sábado um crime abalou a sociedade sertaniense e ocorreu no centro da cidade, há alguns metros da Delegacia de Polícia. A vitima foi um cidadão conhecido por “China Lava Jato” e ocorreu por volta das 7:30 da manhã.

O mesmo foi vítima de disparos de arma de fogo. Segundo testemunhas ouvidas pela polícia no local, a vítima se encontrava no interior do seu Lava a jato, localizado no centro de Sertânia, quando elementos se aproximaram em um carro Fiat uno de cor vinho, placa da cidade de Águas Belas e dispararam contra a mesma, que devido aos ferimentos, veio a óbitos no local.

A polícia está em diligência visando identificar e prender os elementos e o corpo ainda está no local aguardando a chegada do Instituto de Criminalística e depois deverá ser encaminhado ao IML de Caruaru.

Até o momento não se sabe a motivação do crime (Tribuna do Moxotó)

sexta-feira, 9 de julho de 2021

Prefeito e entidade protetora dos animais se unem contra morte de animais em Boa Vista

Na manhã desta quinta-feira, dia 08, o prefeito André Gomes se reuniu com a assessoria jurídica do município e representante de entidades protetoras dos animais para discutir ações e medidas de proteção, além de tentar identificar quem está envenenando os animais em Boa Vista. Nos últimos meses houve um aumento de animais mortos por envenenamento.
 
Procurado pela ONG 4Patas, entidade protetora dos animais de rua em Boa Vista, o gestor disponibilizou assessoria jurídica através da procuradoria municipal, para o registro do boletim de ocorrências junto à Polícia Civil. Diversos animais tem sido mortos sob suspeita de envenenamento e os casos tiveram grande aumento nos últimos meses.
 
Boa Vista conta com uma grande rede de câmeras e videomonitoramento em todos os principais pontos da cidade e as imagens serão disponibilizadas à polícia judiciária para contribuir nas investigações e na identificação dos envolvidos nesses crimes contra os animais.
 
O prefeito André Gomes determinou à procuradoria municipal que, em colaboração com a ONG, remeta denúncia à Procuradoria do Meio Ambiente do Ministério Público da Paraíba e à Polícia Ambiental no sentido de encontrar medidas cabíveis para combater esses crimes e evitar que mais animais sejam mortos. (Cariri em Ação)