quarta-feira, 21 de julho de 2021

ETS/UFPB seleciona 70 estudantes para auxílio emergencial

Estão abertas até sexta-feira (23) as inscrições para o Edital nº 05/2021 do auxílio emergencial de Apoio à Permanência do Estudante, publicado pela Escola Técnica de Saúde (ETS) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O processo seletivo, que ocorre junto à Coordenação de Apoio ao Discente da ETS (CAD/ETS), oferta 70 vagas direcionadas aos estudantes dos cursos técnicos da ETS em situação de vulnerabilidade socioeconômica.

O auxílio emergencial será distribuído em parcelas de R$ 200,00 compreendendo 5 meses (agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro de 2021). A inscrição e o cadastro dos estudantes são realizados exclusivamente pelo Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (Sigaa). O estudante deve digitalizar os seus documentos de identificação e de renda, tanto pessoais quanto de todos os integrantes de seu núcleo familiar que residam no mesmo domicílio.

Para concorrer às vagas disponibilizadas, os alunos deverão comprovar vulnerabilidade econômica, estar regularmente matriculados em disciplina do período suplementar 2021.1, estar cursando algum estudo técnico de oferta na ETS (Análises Clínicas, Cuidados de Idosos, Prótese Dentária e Enfermagem) e não serem contemplados com auxílios acadêmicos e/ou bolsas equivalentes no âmbito da UFPB.

A medida busca ampliar as condições de permanência e apoio à formação escolar e acadêmica dos discentes, na perspectiva de viabilizar igualdade de oportunidades. “O objetivo é contribuir para a melhoria do desempenho escolar e acadêmico, prevenindo situações de retenção e evasão decorrentes das situações de vulnerabilidade social agravadas pela pandemia da Covid-19”, destacou Vilson Brasileiro Jr., coordenador de Apoio ao Discente da ETS.

Amanhã (21), às 14h, será realizado um plantão de dúvidas via atendimento virtual por meio deste link. Os alunos interessados estão convidados a participar para esclarecer qualquer dúvida referente ao edital.

ClickPB

Bitcoin cai abaixo de US$ 30 mil pela primeira vez desde junho

O bitcoin recua para seu nível mais baixo em quase um mês nesta terça-feira (20), sendo negociado abaixo de US$ 30 mil, enquanto reguladores continuam pedindo rigidez na regulação sobre as criptomoedas.

A maior moeda digital do mundo chegou a recuar 5%, para US$ 29.300 — a menor taxa desde 22 de junho. Às 18h50, (horário de Brasília), recuava 3,59%, a US$ 22.910.

Criptomoedas menores, como ether e XRP, que tendem a se movimentar na mesma direção, também recuavam nesta terça.

Investidores disseram que o bitcoin provavelmente testará o nível de US$ 28.600 atingido no mês passado, o menor patamar desde o início de janeiro.

Nas últimas semanas, o bitcoin ficou preso em uma faixa de negociação relativamente estreita, depois que os investidores venderam pesadamente em maio e junho, após uma repressão da China à mineração e negociação de criptomoedas.

Órgãos de supervisão financeira e bancos centrais no Ocidente também têm defendido uma regulamentação mais rígida.

A secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen, disse na segunda-feira (19) que o governo norte-americano deve agir rapidamente para estabelecer uma estrutura regulatória para as stablecoins, classe de moedas digitais em rápido crescimento.

A queda do bitcoin nesta terça-feira (20) ampliava suas perdas no mês para cerca de 15%. A moeda também já perdeu mais de metade de seu valor desde o pico de quase US$ 65 mil em abril.

g1

Governo autoriza retorno ao trabalho presencial de servidores do grupo de risco que já tomaram a 2ª dose da vacina

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Administração, esclarece que, com o avanço da vacinação em todo o Estado e as orientações publicadas no decreto nº 41.396 de 2 de julho de 2021, está autorizado o retorno dos servidores estaduais às atividades presenciais a partir do 29º dia após a segunda dose da vacina.

Entram nesse grupo servidores estaduais que estavam afastados do trabalho presencial desde o início da pandemia por serem do grupo de risco (terem mais de 60 anos, ou terem comorbidades ou servidoras que estavam grávidas ou lactantes).

Considerando o § 3º, do Art. 6º do decreto nº 40.304 de 12 de junho de 2020, o grupo que teve as atividades presenciais suspensas, foram: servidores com 60 ou mais anos de idade; com histórico de doenças respiratórias ou doenças crônicas, ou cujos familiares, que habitam a mesma residência, tenham doenças crônicas; gestantes e lactantes; que utilizam medicamentos imunossupressores; que manifestarem sintomas respiratórios, como febre, tosse, coriza ou dificuldade de respirar. 

Dessa forma, para o servidor público estadual que se enquadra nestes casos, o último decreto nº 41.396 de 2 de julho de 2021 autoriza o retorno às atividades presenciais.

Para esses grupos, fica permitido o cumprimento do trabalho em regime híbrido, ou seja, que integra o presencial e o teletrabalho. Esta dinâmica ficará a cargo da definição dos gestores imediatos, podendo inclusive o servidor, de acordo com a natureza da atividade e a eficiência da execução, continuar 100% da sua atividade laboral em teletrabalho de acordo com a avaliação do gestor.

Com exceção das servidoras que estão atualmente gestantes, em cumprimento a Lei nº 11.741, de 16 de julho de 2020, deverão permanecer exclusivamente em teletrabalho, durante a vigência do decreto estadual nº 40.134 de 21 de março de 2020.

ClickPB

Saúde da Paraíba recebe doação de seis mil máscaras feitas da casca do camarão produzidas pela Fapesq

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) recebeu da Fundação de Apoio à Pesquisa da Paraíba (Fapesq), nesta terça-feira (20), seis mil máscaras feitas a partir da casca do camarão, fruto dos projetos de pesquisa aprovados no Edital nº 003/2020, com o objetivo de contribuir para a rápida implementação de soluções de monitoramento, análise e recomendações frente à pandemia do Covid-19, no estado da Paraíba. 

As máscaras foram entregues pelo presidente da Fapesq, Roberto Germano, ao secretário de Estado da Saúde, Geraldo Medeiros, que disse que elas serão distribuídas com os profissionais de saúde do Estado. 

As máscaras são o resultado da pesquisa desenvolvida pelo Laboratório de Avaliação e Desenvolvimento de Biomateriais do Nordeste – Certbio, da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Elas foram feitas com quitosana, produzida a partir da casca de camarão. Outro diferencial é a incorporação de substâncias químicas atóxicas, biocompatíveis, biodegradáveis, com atividade bactericida e viruscida que promovem a barreira química e, consequentemente, uma maior proteção aos usuários. 

De acordo com o edital, a Fapesq, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação Ciência e Tecnologia da Paraíba (SEECT), investiu R$ 2 milhões em projetos de pesquisa que contribuíssem com avaliação, mapeamento, considerando as desigualdades quanto à prevenção, propagação, adoecimento e consequências econômicas e sociais da Paraíba.

“Esse projeto das máscaras mostra a capacidade técnico-científica que temos na Paraíba, para inovações tecnológicas, o que levam a melhoria da qualidade de vida da população”, pontuou o presidente da Fapesq. 

ClickPB

CAIXA ANUNCIA A CONTRATAÇÃO DE 10 MIL NOVOS COLABORADORES

Banco fortalece rede de atendimento com plano de expansão que prevê a inauguração de 250 novas agências até o final de 2021

A CAIXA anuncia, nesta segunda-feira (19/07), a contratação de 10 mil novos colaboradores, entre empregados e terceirizados, para fortalecer a rede de atendimento do banco. Serão 4 mil empregados, 5,2 mil estagiários e adolescentes aprendizes, e cerca de 800 recepcionistas e vigilantes.

As contratações reforçam o papel da CAIXA como o banco de todos os brasileiros, com a maior presença bancária no país, tendo 26 mil pontos de atendimento ao cidadão por meio de sua rede de agências, unidades lotéricas, correspondentes bancários, agências-barco e agências-caminhão.

Empregados CAIXA:

Está prevista a contratação de 4 mil empregados ao todo, sendo que 3 mil deles serão convocados do concurso vigente, a depender ainda de autorização da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest) para ampliação do quadro de pessoal da CAIXA.

Além disso, haverá mil vagas para pessoas com deficiência (PcD), em concurso específico para esse público, com previsão de lançamento de edital até setembro deste ano.

Programa Adolescente Aprendiz:

O Programa Adolescente Aprendiz tem como objetivo proporcionar conhecimentos teóricos e práticos necessários ao desempenho de uma profissão e promover a inclusão social de adolescentes.

O programa promove a capacitação profissional em serviços bancários e administrativos, ao mesmo tempo em que estimula a prática da cidadania, de valores éticos e profissionais.

A contratação de aprendizes para atuação na CAIXA ocorre por meio de parceria com entidades sem fins lucrativos, selecionadas por meio de chamada pública e conveniadas para essa finalidade, conforme a Lei de Aprendizagem.

Estagiários:

As vagas de estágio serão providas por candidatos que já foram aprovados em processo de seleção realizado pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE).

Caso seja identificada a necessidade de abertura de mais vagas, novas seleções poderão ser feitas pelo CIEE futuramente.

Vigilantes e recepcionistas:

Para provimento do serviço de vigilância e recepção em suas unidades, a CAIXA realiza a contratação de empresas especializadas em tais serviços, sempre em observância à legislação vigente.

Para a contratação dos profissionais, as empresas devem observar as normas legais relacionadas às atividades de vigilância e recepção, assim como as exigências contratuais.

A CAIXA ressalta que a alocação de serviço de vigilância e recepcionistas ocorrerá em todo o território nacional, variando de acordo com a demanda das unidades.

6º Selo do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça:

A CAIXA recebeu o 6º Selo do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça,  iniciativa promovida pelo Governo Federal, por meio do Ministério das Mulheres, da Família e dos Direitos Humanos, que reconhece as ações do banco em prol da equidade de gênero e raça.

O programa conta com apoio da Organização das Nações Unidas (ONU) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT), para disseminar novas concepções na gestão de pessoas e na cultura organizacional com intuito de alcançar a equidade entre mulheres e homens no mundo do trabalho.

Selo de Certificação Melhor Empresa para Trabalhar:

A CAIXA também foi certificada com o Selo Melhor Empresa para Trabalhar em 2021, do Instituto Great Place to Work, reconhecido internacionalmente. A conquista é fruto da avaliação positiva atribuída ao banco pelos seus empregados em pesquisa que foi aplicada diretamente pelo Instituto durante o mês de maio deste ano.

O resultado mostra que os empregados da CAIXA se orgulham de trabalhar da empresa e se identificam com os valores e propósitos do banco na atual gestão. Além disso, a pesquisa indicou que os empregados se sentem respeitados pela CAIXA e por seus pares quanto a questões de diversidade de gênero e raça.

A seleção dos participantes é randômica e a pesquisa efetuada em ambiente próprio disponibilizado pelo instituto. (Tribuna do Moxotó)

Câmera flagra momento em que homem espanca esposa com pé de cabra em PE

 Mesmo na presença do filho, o agressor não poupa a esposa e a espanca.

Foto: Reprodução

A sessão de espancamento aconteceu em Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife, na tarde deste domingo (18). Câmeras de um circuito de vídeo monitoramento registraram a ação violenta do agressor, identificado como Eudes Márcio Muniz Simão, de 34 anos.


A vítima Débora Lurdes, de 35 anos, contou a polícia que foi espancada na presença do filho do casal, um menino de 5 anos, após tentar parar uma discussão entre o agressor e a filha de 15 anos. Ela também contou que já tinha sido agredida outras vezes. Os dois eram casados há sete anos.

A vítima foi socorrida para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Caxangá, no bairro da Iputinga, na Zona Norte do Recife. Ela ficou com todo o corpo machucado e precisou isolar a perna e o braço. Após o atendimento no hospital ela foi levada para fazer exames no Instituto de Medicina Legal (IML) e depois encaminhada para registrar a denúncia na delegacia.


Mesmo com as imagens do crime, o agressor não foi preso em flagrante. A ocorrência foi registrada como lesão corporal por violência doméstica na Delegacia de Camaragibe.

Confira o vídeo

Polícia Federal deflagra operação contra desvios de verbas públicas na Paraíba

A Polícia Federal na Paraíba deflagrou, na manhã desta quarta-feira (21), a Operação Falsum Latere. Policiais Federais, acompanhados de servidores da CGU, procederem buscas em quatro endereços ligados aos investigados na cidade de Mulungu, na Paraíba.

A operação cumpre mandados de busca que foram expedidos pela 12ª Vara Federal na cidade de Guarabira, na Paraíba.

A investigação tem o objetivo de apurar um suposto esquema envolvendo uma rede de prestadores de serviço e servidores contratados “fantasmas”na Prefeitura Municipal de Mulungu/PB.

Segundo representação criminal formalizada por alguns vereadores do município mencionado, posteriormente aprofundadas por uma análise da Controladoria Geral da União – CGU, tais contratados “fantasmas” após receberem os valores os repassariam para um funcionário da empresa de um dos secretários municipais, tendo tais condutas já causado um total de R$ 224.801,28 (duzentos e vinte e quatro mil oitocentos e um reais e vinte e oito centavos) de danos ao erário. Inclusive, recursos da saúde oriundos do Governo Federal para enfrentamento à COVID-19.

Fo verificado que os prestadores de serviços “fantasmas” contratados pela Prefeitura Municipal de Mulungu/PB, deveriam fazer serviços de apoio junto a Agentes de Saúde e da Vigilância Sanitária nas atividades de enfrentamento ao Coronavírus, tendo a apuração realizada encontrado indícios de que os serviços contratados não teriam sido prestados, sendo que posteriormente valores (ou parte destes) eram repassados a “operadores” que seriam funcionários de uma empresa do ramo cerâmico que seria de propriedade de um dos secretários municipais.

ClickPB 

Ministério da Saúde decide manter intervalo de 3 meses entre doses da AstraZeneca e Pfizer

Após reunião do grupo técnico que assessora o Programa Nacional de Imunizações, o Ministério da Saúde decidiu manter a recomendação de intervalo de três meses entre a primeira e a segunda dose da vacina contra Covid da AstraZeneca e também da Pfizer.

A medida, confirmada pela pasta ao jornal Folha de S.Paulo, ocorre em um momento em que diferentes estados têm anunciado que irão antecipar a aplicação da segunda dose de algumas vacinas, em especial a da AstraZeneca – o que vinha aumentando a pressão por um novo posicionamento federal sobre o tema.

O argumento dos estados seria aumentar a proteção contra possíveis novas variantes, como a delta. Especialistas, porém, apontam que não há consenso em torno da redução nestes casos.

A decisão do ministério foi tomada na última sexta (16) e deve constar de documento técnico a ser enviado aos estados e municípios nos próximos dias.

Questionada pela reportagem, a pasta confirma que manterá a recomendação atual de 12 semanas de intervalo entre a primeira e a segunda dose desses imunizantes.

“O Ministério da Saúde informa que acompanha a evolução das diferentes variantes do Sars-CoV-2 no território nacional e está atento à possibilidade de alterações no intervalo recomendado entre doses das vacinas Covid-19 em uso no Brasil. O tema foi discutido novamente na Câmara Técnica Assessora em Imunizações, em reunião realizada no dia 16 de julho deste ano. E permanece com a recomendação de manter o intervalo orientado”, informa em nota.

“Vale reforçar a importância de completar o esquema vacinal da Covid-19 para que o caráter pandêmico da doença seja superado”, completa.

De acordo com membros da pasta, apesar da recomendação, estados têm autonomia para tomar decisões, o que pode fazer com que alguns mantenham as medidas. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, no entanto, tem criticado posições divergentes, afirmando que “rompem” o pacto nacional.

Recentemente, algumas entidades já haviam se manifestado contra a antecipação da segunda dose, como a Sbim (Sociedade Brasileira de Imunizações). A posição foi reforçada por alguns especialistas que compõem o grupo técnico que assessora o Programa de Imunizações.

“A decisão baseia-se no racional de que, em um cenário de estoque limitado de doses (como é o caso do Brasil), ao estender o intervalo, é possível acelerar a vacinação e assim, alcançar mais rapidamente uma proporção maior da população com pelo menos uma dose, antecipando desta forma a proteção de um maior número de pessoas”, aponta nota da Sbim em conjunto com a SBP (Sociedade de Pediatria).

“Importante lembrar que, para muitas vacinas, de maneira geral, intervalos maiores entre doses oferecem respostas imunes mais robustas após a segunda dose, o que, em princípio, pode se traduzir, inclusive, em respostas protetoras mais duradouras”, completa.

Atualmente, a bula da vacina da AstraZeneca diz que a segunda dose pode ser administrada de 4 a 12 semanas após a primeira–daí a decisão de alguns estados por reduzir o intervalo.

Já a bula da vacina da Pfizer fala em intervalo de pelo menos 21 dias. Ao estender o prazo para 12 semanas, o ministério alegou que medida semelhante adotada em outros países mostrou efetividade.

A pasta também vinha citando estudos que mostram possível aumento da proteção com prazo maior para doses da AstraZeneca.

Governadores, no entanto, vinham pressionando o ministério por uma possível reavaliação devido ao aumento no registro de casos da variante delta, tida como potencialmente mais transmissível. O grupo também alegava ter tido parecer favorável à redução do intervalo em grupos técnicos próprios.

“É possível que possamos ter um formato de ter um plano nacional? Seria [diminuir] 15, 30 dias? Ou não altera e mantém como está? Precisamos ter essa segurança”, disse o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), após reunião com o ministro na última semana.

Na ocasião, Queiroga disse que a câmara técnica que assessora o Programa Nacional de Imunizações iria avaliar o tema, mas evitou dar um parecer prévio sobre as demandas. Ele também fez críticas a decisões adotadas pelos estados que contrariam a recomendação do PNI.

“É claro que existem peculiaridades, a forma de oferecer essas doses, se nas salas de imunização, se drive-thru, coisas muito próprias de cada município. Mas as bases técnicas têm que ser tomadas no âmbito técnico com todos para que tenhamos homogeneidade na conduta de aplicação da vacina”, disse.

FOLHAPRESS

Presidente interino do Mali sofre tentativa de ataque a faca em celebração

Duas pessoas tentaram esfaquear o presidente interino do Mali, o coronel Assimi Goita, na manhã de hoje, durante a celebração do ritual muçulmano de Eid al Adha, a celebração do sacrifício, na Grande Mesquita de Bamako. Uma investigação foi aberta para investigar as circunstâncias do ataque e o suspeito de tentar esfaquear Goita foi preso.

O presidente do país africano foi evacuado e não parecia ferido, segundo um jornalista da AFP que estava no local. Um funcionário da presidência declarou que Goita estava “são e salvo” e que o mandatário interino foi levado a um acampamento militar de Kati, próximo a Bamako, após o ataque. “A segurança foi reforçada” no acampamento, informou o funcionário.

“Foi depois da oração e do sermão do imã, no momento em que o imã ia sacrificar o cordeiro, que o jovem tentou esfaquear Assimi (Goita) pelas costas, mas feriu outra pessoa”, disse o administrador da Grande Mesquita, Latus Touré, à AFP.

O ministro de Assuntos Religiosos, Mamadou Kone, afirmou que um homem “tentou matar o presidente com uma faca”, mas foi preso.

No Twitter, a conta oficial do presidente declarou que uma investigação foi aberta para apurar as circunstâncias do ataque. “Tentativa de ataque a facadas contra o Presidente de Transição, Coronel Assimi GOITA na grande mesquita de Bamako. O invasor foi imediatamente dominado por uma equipe de segurança próxima. As investigações estão em andamento”.

Governo

Segundo a rede de televisão Al Jazeera, Goita, de 37 anos, assumiu o cargo no mês passado mesmo com a reação diplomática em razão dessa ser a segunda vez que ele assumia o poder no período de nove meses.

Em agosto de 2020, o coronel foi responsável por liderar um golpe militar no país que promoveu a destituição do então presidente Ibrahim Boubacar Keita. À época, o país sofria há meses com protestos contra o governo e críticas da corrupção escancarada no território nacional. O fracasso em lidar com crise da segurança interna, que se deteriorava desde 2012, também estava entre as pautas dos manifestantes.

No final de maio, Goita — que estava como vice-presidente de Mali durante um governo de transição cujo papel era colocar o país novamente no regime civil em fevereiro de 2022 — assumiu o poder novamente. Isso aconteceu após o coronel acusar o então presidente interino Bah Ndaw e primeiro-ministro Moctar Ouane de não o consultarem sobre uma mudança dentro do gabinete.

Depois da acusação, o coronel Assimi Goita foi nomeado como presidente interino, mas afirmou que manteria o objetivo de o país retornar ao governo civil após as eleições marcadas para 27 de fevereiro de 2022.

FOLHAPRESS

PF aciona STF para investigar deputado Luis Miranda por acusação contra Bolsonaro no caso Covaxin

A Polícia Federal entregou, nesta terça-feira (20), um pedido ao STF (Supremo Tribunal Federal) para investigar o deputado Luis Miranda (DEM-DF) por possível denunciação caluniosa contra Jair Bolsonaro (sem partido).

O deputado disse ter alertado o presidente da República sobre supostas irregularidades na compra da vacina indiana Covaxin, da Bharat Biotech, no início de 2021.

O pedido de investigação partiu do ministro da Justiça, Anderson Torres, que alegou relato de “fatos inverídicos” por parte de Miranda sobre o caso Covaxin.

O processo, agora, foi encaminhado para avaliação da ministra Rosa Weber, do STF. A ministra é relatora do inquérito que apura a suspeita de prevaricação por parte de Bolsonaro.

A partir disso, Rosa Weber poderá decidir juntar a investigação de Miranda à de Bolsonaro, que já está em andamento, abrir um inquérito separado para analisar a conduta do deputado ou, até mesmo, arquivar o pedido.

Caso seja entendido que a omissão do presidente da República aconteceu, então a denúncia contra Miranda será descartada.

Se a percepção for de que não houve omissão por parte de Bolsonaro, o argumento de denúncia caluniosa poderia ser utilizado.

Os depoimentos dados pelo deputado e pelo seu irmão, Luis Ricardo Miranda, apontariam para Bolsonaro ter cometido prevaricação.

Isso porque o presidente não teria tomado as devidas providências para impedir um superfaturamento na compra da vacina e/ou outras possíveis irregularidades.

Além disso, Luis Ricardo Miranda, funcionário do Ministério da Saúde, relatou ter sofrido pressões no trabalho para apoiar o negócio com a farmacêutica da Covaxin.

A existência de denúncias de irregularidades foi revelada pelo jornal Folha de S.Paulo com a divulgação do depoimento sigiloso de Luís Ricardo Miranda, chefe da divisão de importação do Ministério da Saúde e irmão do deputado Luís Miranda.

O servidor disse ao MPF (Ministério Público Federal) em Brasília que recebeu uma pressão atípica para agilizar a liberação da Covaxin. O parlamentar, por sua vez, disse ter levado ao presidente Jair Bolsonaro, no Palácio da Alvorada, uma denúncia sobre irregularidades no contrato da Covaxin.

O contrato foi assinado em 25 de fevereiro, com a Precisa representando a Bharat Biotech. Ficaram previstos 20 milhões de doses, a um custo individual de US$ 15 (R$ 80,70). O valor total do contrato é de R$ 1,61 bilhão, dinheiro que foi empenhado (reservado, autorizado) pelo governo Bolsonaro desde 22 de fevereiro.

Em junho, porém, diante da polêmica, a negociação para a compra da Covaxin foi suspensa pelo governo.

O deputado Luis Miranda disse à CPI da Covid no dia 25 de junho que o presidente Jair Bolsonaro afirmou que as suspeitas sobre compra da vacina indiana Covaxin eram coisa do “Ricardo Barros (PP-PR)”, líder do governo na Câmara.

À CPI o deputado e o servidor disseram que Bolsonaro prometeu encaminhar os indícios de irregularidades à PF.

Após a oitiva à CPI, senadores de oposição ao Planalto acionaram o STF para que Bolsonaro fosse investigado por crime de prevaricação.

O procurador-geral da República, Augusto Aras, se recusou inicialmente a analisar o pedido, sob a justificativa de que esse juízo seria feito ao término da apuração parlamentar.

Encarregada do caso no Supremo, a ministro Rosa Weber discordou de Aras e determinou que ele avaliasse a representação dos senadores. Aras, então, pediu a abertura de inquérito.

FOLHAPRESS

Brasil goleia China na estreia das Olimpíadas de Tóquio

A Seleção Brasileira feminina de futebol feminino goleou a China por 5 a 0, no Estádio de Miyagi, no início da manhã desta quarta-feira, 21, na estreia dos Jogos Olímpicos de Tóquio. Os gols brasileiros foram marcados por Marta (dois), Debinha, Andressa Alves, de pênalti, e Bia Zaneratto.

Com os dois gols, a camisa 10 chega a 12 tentos em cinco edições de Olimpíada, passa canadense Christine Sinclair, e se isola como a segunda maior artilheira da história do torneio, a dois gols da também brasileira Cristiane, que tem 14. Marta também passou a ser a primeira jogadora a marcar em cinco edições de Olimpíada.

Marta abriu o marcador aos 8 minutos. Bia Zaneratto recuperou a bola no ataque, e cruzou. Debinha cabeceou no travessão e no rebote, Bia entregou para a camisa 10, que chutou, de primeira: 1 a 0.

O time de Pia Sundhage era soberano em campo e aos 21 minutos ampliou o placar. Bia Zaneratto recebeu pela direita, entrou na área e chutou forte. A goleira Peng Shimeng deu rebote, e Debinha, sozinha na pequena área, não teve trabalho: 2 a 0. Com esse gol, a jogadora é a artilheira da era Pia Sundhage, com 13 tentos.

O Brasil ainda teve outras oportunidades com Andressinha, que tentou por cobertura. E também com Érika, que tentou de primeira, mas a bola saiu.

A única chance chinesa aconteceu aos 39 minutos. Miao Siwen chutou forte da entrada da área, mas Bárbara defendeu no canto direito e espalmou para escanteio.

Na etapa complementar, as orientais assustaram aos 6 minutos. Wang Shanshan foi lançada, chutou e acertou a trave. No rebote, Miao Siwen chutou por cima.

O Brasil respondeu com a mesma moeda, aos 13. Debinha recebeu na entrada da área, girou e chuta com perigo. A goleira Peng Shimeng espalmou, e a bola acertou a trave.

A comandante brasileira Pia Sundhage fez a primeira alteração, tirou Duda e entrou Andressa Alves. Depois entrou Júlia Bianchi e saiu Formiga.

E o Brasil ampliou o marcador aos 28 minutos. Marta cruzou da direita para Bia Zaneratto, que tentou. O corte foi mal feito pelas rivais e a bola sobrou para a camisa 10, que chutou no canto esquerdo da goleira.
No final, Ludmila ainda entrou no lugar de Marta.

O Brasil ampliou aos 36 minutos. Andressa Alves foi derrubada na área por Wang Xiaoxue. Pênalti, que ela mesma converteu: 4 a 0.

O time canarinho ainda fechou o marcador aos 43 minutos. Debinha recuperou, e cruzou na medida para Bia Zaneratto, que desviou de pé esquerdo: 5 a 0.

A Seleção Brasileira feminina de futebol volta a campo neste sábado diante da Holanda, no mesmo estádio de Miyagi, às 8h (de Brasília).

O Brasil está no grupo F, junto com China, Zâmbia e Holanda.

Terra