sábado, 24 de julho de 2021

Governador João Azevêdo inaugura Corpo de Bombeiros em Sumé e ratifica parceria com o Prefeito Éden Duarte

O prefeito de Sumé adiantou sua agenda em Brasília, onde estava desde o início da semana e antecipou sua volta, para integrar a comitiva de prefeitos que acompanhou o Governador do Estado da Paraíba João Azevêdo a região
do Cariri nesta sexta-feira (23).

Dentre a extensa agenda do governador, a vinda a Sumé para acompanhar as atividades do Programa “Tà na Mesa”, no shopping Sumé (restaurante Oxente), uma ação de caráter emergencial com o objetivo de promover
assistência alimentar fornecendo refeições diárias ao preço de R$ 1,00.

Em seguida a comitiva seguiu para as instalações da Companhia do Corpo de Bombeiros de Sumé (bairro do Carro Quebrado), resultado de uma ação conjunta entre o Governo da Paraíba, por meio da Secretaria da Segurança e
da Defesa Social e do Corpo de Bombeiros Militar, da Prefeitura de Sumé, da Justiça Federal e do Ministério Público Federal.

Em seu discurso, João Azevêdo destacou que, embora há mais de um ano não visite as obras realizadas em parceria com as gestões municipais, visto que o foco principal ainda é o combate a pandemia com vacina para todos os
paraibanos, a sua felicidade era enorme em verificar que tudo foi cumprido e que o trabalho não parou.

Reconheceu ainda que sem o compromisso forte de Éden, o estado não conseguiria sozinho reformar, manter e estruturar o prédio e comprometeu-se com a Escola Técnica Cidadã a ser construída no bairro do mandacaru com
asfaltamento, em um investimento de R$ 3,2 milhões, com a renovação do convênio da secretaria de saúde do estado com o Hospital e Maternidade Alice de Almeida, a construção de mais uma escola com ginásio de esportes, além
de outros pleitos atendidos.

Participaram da comitiva do prefeito Éden, o vice prefeito Manezinho Lourenço, os vereadores de Sumé Antônio Carlos Sarmento (Presidente), Cristóvão Júnior, Francisco Fontinelli e Damião Marques, de Amparo Duda Barnabé,
além do chefe de gabinete Heleno Júnior e José Arnaldo, ex prefeito de Amparo. 

(Cariri em Ação)

Presidente da Amcap, Adriano Wolff, integra comitiva do governador ao Cariri: “A visita do governador a nossa região foi de extrema importância”

O prefeito de São Sebastião do Umbuzeiro e presidente da Amcap, Adriano Wolff integrou nesta sexta-feira (23) a comitiva do governador João Azevêdo em visita a algumas cidades do Cariri.

Na oportunidade, Adriano também esteve ao lado dos demais prefeitos caririzeiros que integram a Amcap, demonstrando o compromisso assumido não só com São Sebastião do Umbuzeiro, mas com todo o Cariri. 

“A visita do Governador a nossa região foi de extrema importância, tanto para a fiscalização de obras e ações em andamento, como para a solicitação de novos pleitos. Como presidente da Amcap, eu não poderia fazer diferente, acompanhei a comitiva por toda a região, também como forma de lutar ao lado dos gestores amigos de todo o Cariri. Esse é o nosso papel”, pontuou Adriano.

CARIRI EM AÇÃO

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Dj Ivis vaza áudios de brigas com Pamella Holanda

 Em uma das gravações a mulher diz que vai se matar junto com a filha se Ivis sair de casa

Foto: Reprodução/ Instagram

Áudios vazados nesta sexta-feira (23) viralizaram nas redes sociais e mostram uma discussão entre o DJ Ivis e sua ex-mulher, Pamella Holanda. A ex-mulher do cantor faz chantagem e ameaça se matar junto com a filha.


Na gravação o cantor ameaça sair do apartamento e a ex-mulher diz que se isso acontecer, ela cometeria suicídio junto com a filha. "Se tu sair eu me mato junto com ela. E eu tô falando sério. Quem não tem mais o que perder, sabe quem é? Sou eu", diz Pamella.

Em outro momento, Ivis diz que ofereceu todas as alternativas para se separar de Pamella. "Eu já te falei várias vezes: Pamela, vai, leva a Mel. Não vou deixar faltar nada. Quer ficar nesse apartamento, meu irmão eu fiz tudo que podia ter feito e você não quis nada.", diz Ivis.

Ousa os áudios

"Querem me pintar de louca"

Pamella usou suas redes sociais para se posicionar sobre a divulgação dos áudios de brigas dela com o ex. No desabafo, ela chora e afirma que a defesa do cantor, quer desmoralizar sua imagem.

“Ontem foram misteriosamente vazados áudios de brigas minhas com ele. Eu sempre soube desses áudios, porque ele sempre gravava as nossas brigas. Filmava, produzia. Produzia defesa para ele, porque sabia que estava errado, e que também ia ser descredibilizado”.

Ainda segundo Pamella, o cantor apagou imagens do circuito de vídeo monitoramento da apartamento onde moravam, que mostram outras agressões, ela disse que conseguiu recuperar. “Tem ele me ameaçando com uma faca, algumas gravações e áudios dele falando que vai mandar me matar. Que já estava há um ano se planejando para se separar de mim, que não tinha nada no nome dele, nem casa, nem carro e nem nada”.
Entenda o caso

A divulgação das agressões aconteceu neste domingo (11), a ex-mulher do Iverson de Souza Araújo, de 29 anos, o DJ Ivis, divulgou em seus stories vídeos em que mostram as sequencias de agressões contra ela dentro de casa. Cenas explicitas de violência, na frente de outras pessoas e a filha do casal, uma bebê de 9 meses. Ela também relatou, que começou a ser agredida quando já estava grávida, em 2020.

As imagens das agressões também foram repassadas ao colunista Léo Dias, do portal Metrópoles. O cantor teria agredido a ex-mulher no começo do mês e teria a ameaçado com uma faca. Ivis e Pamella foram levados a uma delegacia no Ceará, mas o músico não chegou a ser preso. (Mídia em Ação)

Mulher grava vídeos usando faca para bater e ameaçar filhos; veja o vídeo

 Nas imagens ela também diz que vai matar uma das crianças. Ela prestou depoimento e foi liberada por não haver flagrante.

Foto: Reprodução

Os vídeos divulgados mostram uma mulher agredindo e ameaça os filhos usando uma faca do tipo peixeira. A denúncia de espancamento contra as crianças foi recebida na quarta-feira (21/07), e está sendo apurada pelo Primeiro Conselho Tutelar de Teresina, no Piauí.

A agressora encosta a faca no pescoço e na boca do filho, durante as ameaças a criança chora desesperada. "Ele vem ou o filho dele vai morrer", diz a agressora mandando um recado ao pai das crianças. Em outro vídeo, ela usa a faca para bater nas costas da criança.

O Conselho Tutelar informou que as agressões foram motivadas por uma desavença entre a mulher e o ex-companheiro, que é pai das crianças. A agressora prestou esclarecimentos na delegacia, mas não foi presa em flagrante, porque as agressões ocorreram há dois meses.

As crianças estão sendo cuidadas pelos avós maternos, que vão pedir a guarda definitiva.
Veja o vídeo


Pai pode ser indiciado por omissão

Segundo o Conselho Tutelar, o homem recebeu os vídeos com as ameaças da mulher e não denunciou. Ele deve ser indiciado pela Polícia Civil por se omitir em relação ao caso. (Mídia em Ação)

Judoca se recusa a lutar contra israelense e desiste da Olimpíada

O judoca argelino Fethi Nourine anunciou desistência dos Jogos Olímpicos de Tóquio após o sorteio dos confrontos da modalidade. O motivo seria uma possível luta com Tohar Butbul, de Israel, contra quem não quer lutar por ‘simpatia ao povo palestino’.

O chaveamento foi definido nesta quarta-feira (21) e Naurine enfrentaria o sudanês Mohamed Abdalrasool. Caso vencesse o primeiro oponente, poderia enfrentar Butbul na próxima fase caso o israelense também vencesse a primeira luta. A declaração sobre o motivo da desistência da participação na Olimpíada foi dada à imprensa argelina.

Aos 30 anos, o lutador também já havia desistido de lutar contra o israelense em 2019, durante o campeonato mundial de judô. Apesar de curiosa, a decisão de Nourine não é inédita em Jogos Olímpicos. Em Atenas 2004, o iraniano Arash Miresmaelli se recusou a enfrentar um atleta de Israel.

R7

Eleitores de Bolsonaro podem ‘se sentir um pouco confundidos’ por aliança com o Centrão, diz Mourão

O vice-presidente Hamilton Mourão reconheceu nesta sexta-feira (23) que uma parte dos eleitores que votaram no presidente Jair Bolsonaro em 2018 pode ficar “um pouco” confusa pela aliança do governo com o grupo de partidos conhecido como Centrão.

Durante entrevista no Palácio do Planalto, Mourão questionado sobre o tema após Bolsonaro anunciar que o senador Ciro Nogueira (PI) será o novo ministro da Casa Civil.

O parlamentar é presidente do PP, um dos partidos do Centrão, grupo formado por diversas legendas que troca cargos e verbas federais por apoio ao governo.

Crítico do Centrão e do “toma-lá-dá-cá” durante a campanha eleitoral, Bolsonaro se aproximou do grupo e, agora, entregou a ele um dos principais ministérios do governo.

Indagado sobre a mudança de postura, Mourão reconheceu que parte dos eleitores pode estranhar a situação.

“O eleitor que é o eleitor do presidente Bolsonaro, vamos dizer assim, que é uma parcela de 25%, 30% da população, ele olha a pessoa, independente do partido em que ele está. Agora, a outra parte dos eleitores que também votaram no presidente e, aí foi uma questão mais programática e vamos dizer assim de visão de futuro para o país, esses podem até se sentir um pouco confundidos. Isso vai depender obviamente, então, das ações daqui para lá”, disse Mourão.

‘Eu sou do Centrão’

Após afirmar na campanha que o Centrão reúne a ‘nata do que há de pior’ no país, Bolsonaro cedeu espaço no governo em troca de apoio no Congresso e, nesta quinta-feira (22), afirmou em entrevista que nasceu do grupo, já que foi filiado ao PP e ao PTB.

“Eu sou do Centrão. Eu fui do PP metade do meu tempo. Fui do PTB, fui do então PFL. No passado, integrei siglas que foram extintas, como PRB, PTB. O PP, lá atrás, foi extinto, depois renasceu novamente”, declarou Bolsonaro em entrevista à rádio Banda B.

“O tal Centrão, que chamam pejorativamente disso, são alguns partidos que lá atrás se uniram na campanha do [Geraldo] Alckmin [PSDB]. E ficou, então, rotulado Centrão como algo pejorativo, algo danoso à nação. Não tem nada a ver, eu nasci de lá”, acrescentou.

O Centrão não foi criado em 2018. O grupo, que teve protagonistas em grandes escândalos de corrupção como mensalão e Lava Jato, surgiu durante a Constituinte, nos anos 1980, e desde então sempre apoia os presidentes. Integrou, por exemplo, os governos de Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel Temer.

G1

Japão deve ter perda bilionária com ausência de público nos Jogos Olímpicos

Sem a presença público nas competições dos Jogos Olímpicos de Tóquio, a economia japonesa deve acumular uma perda bilionária.

Um estudo realizado pelo Nomura Research Institute (NRI) mostra que a ausência de público nas competições deve trazer uma perda de US$ 1,3 bilhão, fazendo com que o impacto econômico dos jogos fique em US$ 15,1 bilhões.

Com a restrição, a conta dos jogos não deve fechar. Só o custo para sediar o evento é de US$ 15,4 bilhões.

Como base de comparação, sem qualquer tipo de restrição para o público japonês, as Olímpiadas trariam um retorno de US$ 16,4 bilhões, segundo o levantamento do NRI.

Embora os impactos sejam bilionários, os pesquisadores do NRI defenderam que a limitação do público deve se valer do risco de infecção por coronavírus e não por aspectos econômicos. Segundo eles, o impacto no Produto Interno Bruto (PIB) do país deve ser bem limitado.

“A eliminação total dos espectadores ainda reduziria o benefício potencial (dos jogos) em apenas 0,02% do PIB”, escreveram os pesquisadores em maio.

No início de julho, o primeiro-ministro do Japão, Yoshihide Suga, informou que Tóquio entrou em estado de emergência por causa do aumento de casos de Covid-19, o que fez com que a capital japonesa vetasse público.

Algumas cidades que também recebem partidas dos jogos até devem permitir a entrada de uma parcela do público, mas será insuficiente para compensar a decisão de Tóquio.

Covid preocupa economia

O aumento de casos de coronavírus tem preocupado as autoridades econômicas do Japão.

Segundo a agência Reuters, num relatório de julho, o governo afirmou que é preciso dar atenção para o surgimento de casos de coronavírus e possíveis impactos na economia.

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Vila Olímpica, tradicionalmente um espaço de confraternização e festa, será muito diferente em Tóquio — Foto: Reuters

“A economia mostra fraqueza crescente em algumas partes, embora continue melhorando em meio a condições severas devido ao coronavírus”, disse o governo em sua avaliação das condições econômicas de julho.

No primeiro trimestre deste ano, a queda do Produto Interno Bruto (PIB) foi revisada de 1,3% para 1%.

G1

sexta-feira, 23 de julho de 2021

Governo de PE amplia horários de bares e restaurantes no interior e libera torcidas em eventos esportivos, com exceção de futebol profissional


O governo de Pernambuco anunciou, nesta quinta-feira (22), o avanço no plano de convivência com a Covid-19, no Agreste e no Sertão do estado. Também liberou a retomada da presença de até 100 pessoas nas torcidas em competições esportivas, com exceção dos jogos de futebol profissional.

As novas medidas entram em vigor a partir de segunda-feira (26). Com isso, todo o estado terá as atividades funcionando no mesmo horário da Macrorregião I, que compreende o Grande Recife e partes da Zona da Mata e Agreste.

Os avanços foram anunciados em coletiva online pelo secretário estadual de Saúde, André Longo, e pela secretária-executiva do Desenvolvimento Econômico, Ana Paula Vilaça.

De acordo com Ana Paula Vilaça, com a unificação do horário de início e de término das atividades, os bares e restaurantes passam a ter autorização funcionar, em todo o estado, das 5h às 23h durante a semana e nos fins de semana e feriados.

Além disso, os shoppings poderão funcionar das 9h às 22h em todos os municípios pernambucanos. "Isso é possível graças a os avanços nos números da saúde", destacou.

Sobre a retomada da presença das torcidas em competições esportivas, a secretária explicou que, além da liberação de torcidas com até 100 pessoas nas arquibancadas, as atividades esportivas poderão funcionar até 23h todos os dias da semana.

"A exceção é de jogos de futebol profissional, cujo protocolo está sendo construído", disse Ana Paula Vilaça.

Ela lembrou que Pernambuco voltou a permitir música ao vivo em bares e restaurantes na segunda-feira (19). Foram liberadas as apresentações com até três pessoas no palco.

"As apresentações estão liberadas, desde que respeitado o protocolo específico para esse segmento e permanecendo ainda a proibição da dança para evitar aglomeração nesse primeiro momento", destacou.

Saúde

De acordo com o secretário André Longo, na semana epidemiológica 28, encerrada no sábado (17), os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) voltaram ao mesmo patamar do fim do ano passado, com 705 notificações.

"Isso representa uma queda de 23% em relação a semana epidemiológica 27 e de 28% em relação aos últimos 15 dias. A solicitação de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) caiu 8,6% entres as semanas 28 e 27", observou.

O secretário informou que, mesmo com a conversão de leitos para atendimento de outras doenças, a ocupação de leitos de UTI por pacientes com Covid-19 está perto de 50%.

"Permanece em patamares baixos. Pela primeira vez desde o início de janeiro, temos menos de 800 internados em leitos de UTI para SRAG dentro da rede pública", disse. (Agreste em Alerta)

Argentina reconhece cuidado materno como trabalho para aposentadoria

A Argentina vai reconhecer o cuidado materno como tempo de serviço computável para a aposentadoria.

Segundo decreto publicado no país vizinho no último sábado (17), as argentinas poderão acrescentar de um a três anos de tempo de serviço por filho que tenha nascido com vida, de modo que elas atinjam o tempo mínimo exigido por lei para alcançar o direito à Previdência.

O benefício se dirige a mulheres que estão em idade de aposentadoria — na Argentina, 60 anos ou mais — e que não possuam os 30 anos mínimos exigidos de contribuição. A projeção é que a regra alcance 155 mil mulheres.

Segundo o texto, serão considerados dois anos por filho adotado e adicionado um ano para cada filho com deficiência. Para aquelas mulheres que tenham sido beneficiadas pelo Abono Universal por Filho para Proteção (programa argentino direcionado para famílias de baixa renda), serão adicionados dois anos por filho.

A notícia repercutiu entre lideranças políticas brasileiras e nas redes sociais.

“Todas nós, mulheres, sabemos exatamente o que é a desigualdade de gênero no trabalho e como ela nos afeta: temos menos oportunidades, ganhamos menos e trabalhamos de graça para a sociedade. Esse trabalho gratuito é o que chamamos economia do cuidado”, disse a vereadora do Rio Tainá de Paula (PT) em sua conta no Twitter.

“Parabéns para a Argentina. O Brasil tem que fazer o mesmo”, escreveu a cantora Daniela Mercury em seu perfil.

Outras figuras políticas, como a deputada estadual Erica Malunguinho (PSOL-SP) e a candidata à vice-presidência da República em 2018 pelo PCdoB, Manuela d’Ávila, também repercutiram a notícia em suas contas.

A professora de economia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) Lena Lavinas explica que essa é uma medida de compensação. “Isso é a compreensão de que o Estado falhou em prover um serviço de creche e de pré-escola para que as mulheres pudessem deixar as suas crianças para ir trabalhar”, afirma. Sem essas possibilidades, diz Lavinas, essas mães não puderam contribuir para a Previdência nos anos em que ficaram fora do mercado de trabalho. A legislação brasileira não prevê compensações como as adotadas pelos vizinhos, mas estabelece uma idade mínima para aposentadoria menor para mulheres do que para homens. No entanto, nas discussões durante a reforma da Previdência, aprovada em 2019, foi cogitado eliminar essa diferenciação.

A proposta foi rechaçada parcialmente, com elevação em dois anos do mínimo exigido de mulheres (de 60 para 62 anos). A idade mínima exigida de homens é 65 anos.

Lavinas defende a adoção de uma política nos moldes da Argentina no Brasil. “Seria o reconhecimento de que o trabalho doméstico penaliza as mulheres não só para a sua inserção no mercado de trabalho, mas faz com que elas percam anos de contribuição”, afirma.

Essa mudança, no entanto, não resolveria todas as questões brasileiras, diz a economista. Reorganizar o sistema de aposentadorias considerando a taxa de informalidade — agravada durante a crise do coronavírus — é prioridade, defende. “A pandemia traz um quadro absolutamente dramático para as mulheres.”

Isso porque a crise sanitária afetou áreas como o setor de serviços e o trabalho doméstico (dois grandes empregadores da força de trabalho feminina). Soma-se a isso o fechamento de escolas e outras instituições de cuidado, o que obrigou muitas mulheres a assumirem esses cuidados em casa — de maneira informal e sem remuneração.

Na Argentina, a nova regra foi gestada na Mesa Interministerial de Políticas de Cuidado. Trata-se de um grupo que reúne 15 órgãos do Poder Executivo para pensar e planejar medidas relacionadas a atividades de cuidado, que incluem de tarefas domésticas a ocupações com crianças e idosos. “Todo o governo [argentino] está trabalhando de forma integrada, coordenada para reduzir as desigualdades de gênero”, afirma Lavinas. 

“Uma das grandes reivindicações do movimento feminista contemporâneo é trazer a economia dos cuidados para o centro da defesa da vida.”

Para a professora de sociologia da USP (Universidade de São Paulo) Nadya Araújo Guimarães, o grupo de trabalho argentino se debruça sobre atividades que carregam uma “capa de invisibilidade”. “É como se fosse um tipo de trabalho que escapava às formas mercantis, públicas, remuneradas”, afirma.

“Há uma brincadeira de pessoas que atuam nessa área de que o problema se resolve com um punhado de erres: reconhecer, redistribuir e remunerar. Ter um grupo como esse é um movimento simbólico de reconhecimento dessa atividade”, afirma a pesquisadora.

A Argentina não é o primeiro país a fazer uma lei do gênero na região. O Uruguai, por exemplo, reconheceu o trabalho materno em uma lei de 2008, que determina que as mulheres tenham direito a computar um ano de tempo de serviço adicional para cada filho, com um teto de cinco anos.

O Chile, por sua vez, complementa a aposentadoria de mulheres de 65 anos ou mais de idade de acordo com a quantidade de filhos que elas possuam.

FolhaPress

Após se vacinar, Flávio Bolsonaro diz que pai será ‘último brasileiro vacinado’

O senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) se vacinou em uma clínica na zona Oeste do Rio de Janeiro. Ele recebeu a vacina da AstraZeneca aplicada pelo próprio ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Na saída do posto, disse à CNN que o pai quer ser o último brasileiro a se vacinar e que aguarda por esse momento.

“Ele já falou que ele quer dar o exemplo, ele quer ser o último brasileiro a se vacinar e é coisa dele, do íntimo dele, pra reforçar o quanto de respeito que ele tem pelo povo então a gente aguarda esse momento lá na frente, o presidente no momento que achar correto também tomar sua vacina”, disse o senador à CNN.

Jair Bolsonaro já poderia ter sido vacinado pelo critério de idade tanto no Distrito Federal, onde mora, quanto no Rio de Janeiro, onde tem domicílio eleitoral. No entanto, preferiu não fazê-lo. Após ser imunizado, Flávio exaltou os feitos da gestão do pai pra buscar a vacina.

“O negacionista garantindo a vacina no braço de mais de 160 milhões de brasileiros. Óbvio que o discurso que é pregado na CPI não cola porque a realidade está aqui. Todas as vacinas que foram aplicadas até hoje no braço de todos os brasileiros foram por intermédio do governo federal”, alegou ele se referindo ao fato de que o grupo majoritário de senadores da CPI vê falhas do governo federal na aquisição de vacinas.

Perguntado sobre a importância do gesto de se vacinar, o senador disse que incentiva os brasileiros a se vacinarem. “É claro que sim, eu já tive Covid, lá atrás o médico tinha dúvidas se era o caso de se vacinar ou não quem já teve Covid, mas hoje o meu médico já me orientou pra tomar vacina, então tem que vacinar”, afirmou.

À CNN, Flavio Bolsonaro disse que a segunda dose já está marcada para outubro e incentivou que as pessoas busquem a imunização completa, com as duas doses. “Quem não tomou a segunda dose busque aí o posto de saúde pra se vacinar, reforçar a sua imunização, a gente vê que o resultado da vacina já é visível, a quantidade de mortes já caiu bastante graças a Deus, os casos graves também caindo bastante”, afirmou.

CNN

Uninassau abre vagas de emprego para professores em Campina Grande

Preparando-se para o início de um novo semestre, a Uninassau – Centro Universitário Maurício de Nassau Campina Grande lançou um edital para seleção de professores da área de Odontologia. São duas vagas e os interessados devem enviar o Currículo Lattes atualizado para o e-mail: odontologia.cg@uninassau.edu.br até segunda-feira (26), com o assunto “SELEÇÃO DOCENTE – ODONTOLOGIA”.

O candidato deve possuir título de doutor, mestre ou especialista, conforme indicado no edital. Além disso, deve possuir disponibilidade para ministrar aulas no período diurno e/ou noturno, nos horários estabelecidos pela coordenação do curso.

Ao término do prazo para inscrições, será realizada a análise do Currículo Lattes (etapa eliminatória), levando em consideração a formação acadêmica; a produção científica, tecnológica, artística ou cultural; a atualização profissional; e a experiência docente. A seleção será composta ainda por uma avaliação escrita sobre tema relevante pertinente ao assunto da disciplina e ainda uma questão abordando aspectos de conhecimento geral e duas questões de conhecimento específico.

Os candidatos que forem classificados serão comunicados sobre a data da realização de uma banca de avaliação didático-pedagógica, momento em que deverá apresentar uma aula expositiva com duração de 20 minutos. Por fim, será realizada uma entrevista com uma banca de professores.

As disciplinas do curso de Odontologia da Uninassau Campina Grande que estão com vagas para novos docentes são: Periodontia/Saúde Coletiva e Ortodontia. As inscrições são exclusivamente por e-mail, devido a pandemia de Covid-19. Confira o edital completo em: http://sereduc.com/WwcsuZ

VEJA AS FOTOS: prefeitos do Cariri recepcionam o governador João Azevêdo

Diversos prefeitos do Cariri paraibano, recepcionaram o governador João Azevêdo na manhã desta sexta-feira (23) em visita do chefe do Poder Executivo Estadual a região.

O prefeito de Sumé, Éden Duarte e a prefeita de Monteiro, Anna Lorena, estarão acompanhando o governador durante todo o trajeto na região.

A comitiva do prefeito de São João do Tigre, Márcio Leite, também está prestigiando o governador durante a visita. Márcio está acompanhado do presidente da Câmara do município, vereador Arnóbio Pereira.

O prefeito da Prata, Genivaldo Tembório, acompanhado do vice-prefeito Toinho de Bebê e da primeira-dama Isadora Araújo, estão acompanhando o governador durante a visita ao Cariri.

O prefeito de Amparo Inácio Nóbrega, o vice-prefeito Cícero Marciel, estiveram no encontro com o governador.

O prefeito de Ouro Velho, Dr. Augusto Valadares e o prefeito de Caraúbas, Silvano Dudu, estão marcando presença a visita do governador ao Cariri.

(Redação do Cariri Em Ação)